O jornalista Leonardo Ferreira, natural do Rio de Janeiro (RJ), é formado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, pós-graduado em Gestão Comercial & Marketing Digital, pós-graduado em Transtorno do Espectro Autista: Inclusão Escolar & Social, além de membro do Templo Beth-El of Jersey City (www.betheljc.org). O templo foi fundado no estado de New Jersey (EUA), em 1864.
6 de setembro de 2009
CANTOR BOAZ MAUDA - "ETZLER BA'OLAM" (EM SEU MUNDO)
A noite toda fiz mágica
A noite toda descobrimos
Segredos em nossos corpos
Dê-me a mão, dê-me um lugar em seu mundo
Dê-me a mão, dê-me um lugar, dê-me um lugar em seu mundo
Os demônios da noite já estão dançando
Eles me tocam, tocam você
Tocam cada vez mais
Dê-me a mão, dê-me um lugar em seu mundo
Dê-me a mão, dê-me um lugar
Dê-me a mão, dê-me um lugar, dê-me um lugar em seu mundo
Dê-me a mão, dê-me um lugar em seu mundo
Dê-me a mão, dê-me um lugar
Dê-me a mão, dê-me um lugar, dê-me um lugar em seu mundo
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Cultura,
Musica,
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26 de agosto de 2009
JUDEUS ÁRABES: 1 MILHÃO DE REFUGIADOS "ESQUECIDOS" PELA HISTÓRIA
APROXIMADAMENTE 50% DA POPULAÇÃO ISRAELENSE ATUAL É FORMADA POR JUDEUS QUE VIVIAM EM PAÍSES ÁRABES POR MAIS DE 3 MIL ANOS E SEUS DESCENDENTES
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Atirador mata 3 em associação de gays em Israel
INTOLERÂNCIA E PRECONCEITO SEXUAL
BBC - BRASIL - 2009

A cidade de Tel Aviv é considerada liberal e tem uma grande comunidade gay.
Pelo menos três pessoas morreram e várias ficaram feridas em um ataque à sede de uma associação de gays e lésbicas em Tel Aviv, em Israel.
Segundo a polícia, um homem armado invadiu o local e abriu fogo.
No momento do ataque, era realizado no local um encontro de jovens gays e muitas das vítimas são adolescentes.
O atirador ainda não foi capturado, e a polícia ordenou o fechamento temporário de todos os clubes gays da cidade.
Representantes da comunidade gay de Tel Aviv disseram acreditar que o ataque tenha motivação homofóbica e chegaram a descrever o episódio como o pior crime do tipo já registrado em Israel.
A cidade de Tel Aviv é considerada liberal e tem uma grande comunidade gay.
Em outras partes de Israel, porém, homossexuais são alvo de preconceito e frequentemente enfrentam protestos por parte de grupos religiosos.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/08/090801_israelatirador_ac.shtml
© BBC 2009
BBC - BRASIL - 2009

A cidade de Tel Aviv é considerada liberal e tem uma grande comunidade gay.
Pelo menos três pessoas morreram e várias ficaram feridas em um ataque à sede de uma associação de gays e lésbicas em Tel Aviv, em Israel.
Segundo a polícia, um homem armado invadiu o local e abriu fogo.
No momento do ataque, era realizado no local um encontro de jovens gays e muitas das vítimas são adolescentes.
O atirador ainda não foi capturado, e a polícia ordenou o fechamento temporário de todos os clubes gays da cidade.
Representantes da comunidade gay de Tel Aviv disseram acreditar que o ataque tenha motivação homofóbica e chegaram a descrever o episódio como o pior crime do tipo já registrado em Israel.
A cidade de Tel Aviv é considerada liberal e tem uma grande comunidade gay.
Em outras partes de Israel, porém, homossexuais são alvo de preconceito e frequentemente enfrentam protestos por parte de grupos religiosos.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/08/090801_israelatirador_ac.shtml
© BBC 2009
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25 de julho de 2009
CANTORA ISRAELENSE LIEL KOLET : JERUSALEM
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24 de julho de 2009
Israel quer padronizar placas de trânsito em hebraico
BBC Brasil online
O ministério dos Transportes de Israel divulgou nesta segunda-feira um plano para mudar as novas placas de trânsito do país para que sejam escritas apenas na língua hebraica.
Atualmente, as placas são escritas em inglês e árabe, além do hebraico.
Segundo representantes do ministério, a falta de uniformidade nos escritos “confunde” os motoristas.

Pelo novo plano, a palavra Jerusalém, por exemplo, atualmente identificada como “Jerusalem”, em inglês, “al-Quds”, em árabe, passará a ser identificada apenas como “Yerushalaim”.
“A falta de uniformidade nas placas tem sido um problema para aqueles que falam línguas estrangeiras, tanto cidadãos como turistas”, disse Yeshaayahu Ronen, do Departamento de Planejamento dos Transportes.
Motivações
Em entrevista ao site de notícias Ynet, o ministro dos Transportes israelense, Yisrael Katz, explicou algumas das razões da decisão.
“Alguns mapas palestinos continuam a se referir a cidades israelenses pelos nomes pré-1948”, disse Katz ao site Ynet, se referindo a data de fundação de Israel.
“Não permitirei isso nas nossas placas. Esse governo, e certamente esse ministério, não permitirão que ninguém torne a judaica Jerusalém na palestina al-Quds”, afirmou.
Segundo ele, as áreas ocupadas da Cisjordânia onde Israel exerce o controle civil permanecerão com as placas em árabe.
De acordo com o ministério, as mudanças serão graduais e nenhuma placa já existente será modificada, a não ser que precise de troca por defeito.
O plano do governo foi criticado por políticos árabe-israelenses.
“Katz está enganado se pensa que ao mudar algumas palavras, apagará a existência do povo árabe”, disse o parlamentar Ahmad al-Tibi.
Israel tem mais de 1 milhão de cidadãos árabes, que representam 20% da população.
O ministério dos Transportes de Israel divulgou nesta segunda-feira um plano para mudar as novas placas de trânsito do país para que sejam escritas apenas na língua hebraica.
Atualmente, as placas são escritas em inglês e árabe, além do hebraico.
Segundo representantes do ministério, a falta de uniformidade nos escritos “confunde” os motoristas.

Pelo novo plano, a palavra Jerusalém, por exemplo, atualmente identificada como “Jerusalem”, em inglês, “al-Quds”, em árabe, passará a ser identificada apenas como “Yerushalaim”.
“A falta de uniformidade nas placas tem sido um problema para aqueles que falam línguas estrangeiras, tanto cidadãos como turistas”, disse Yeshaayahu Ronen, do Departamento de Planejamento dos Transportes.
Motivações
Em entrevista ao site de notícias Ynet, o ministro dos Transportes israelense, Yisrael Katz, explicou algumas das razões da decisão.
“Alguns mapas palestinos continuam a se referir a cidades israelenses pelos nomes pré-1948”, disse Katz ao site Ynet, se referindo a data de fundação de Israel.
“Não permitirei isso nas nossas placas. Esse governo, e certamente esse ministério, não permitirão que ninguém torne a judaica Jerusalém na palestina al-Quds”, afirmou.
Segundo ele, as áreas ocupadas da Cisjordânia onde Israel exerce o controle civil permanecerão com as placas em árabe.
De acordo com o ministério, as mudanças serão graduais e nenhuma placa já existente será modificada, a não ser que precise de troca por defeito.
O plano do governo foi criticado por políticos árabe-israelenses.
“Katz está enganado se pensa que ao mudar algumas palavras, apagará a existência do povo árabe”, disse o parlamentar Ahmad al-Tibi.
Israel tem mais de 1 milhão de cidadãos árabes, que representam 20% da população.
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