3 de outubro de 2020

CEMITÉRIOS JUDAICOS: QUANDO NÃO SE DEVEM FAZER VISITAS


. Pergunta:

Sempre tenho esta dúvida: quais são os dias em que não se costuma ir ao cemitério visitar nossos parentes?

JUDAÍSMO: OS MORTOS PODEM NOS OUVIR?


O mistério da morte é algo que não podemos realmente entender

. Pergunta:

Meu filho faleceu recentemente num acidente. Eu gostaria de saber se ele pode nos ver ou ouvir aqui na terra. Ele ainda está cônscio de nós agora? Seus comentários são importantes.

Mãe sentindo falta do filho.

TRADIÇÃO: POR QUE RASGAMOS NOSSA ROUPA (KRIAH) DEPOIS DE UMA MORTE?


. Pergunta:

Qual é o motivo para o costume dos enlutados rasgarem a roupa na morte de um ente querido?

A COLOCAÇÃO DA MATSEVÁ (LÁPIDE) SOBRE O TÚMULO


Caso o falecido não tenha parente próximo com condições de fazê-la, passa a ser responsabilidade da Chevra Kadisha local

Por Rabino Shamai Ende - Em seu livro: “Últimos Momentos”

1. É costume judaico colocar uma matsevá (pedra tumular) sobre o túmulo do falecido . Esta é de responsabilidade dos filhos e demais parentes. Caso o falecido não tenha parente próximo com condições de fazê-la, passa a ser responsabilidade da Chevra Kadisha (Sociedade sagrada) local.

1 de outubro de 2020

HEBREU?! ISRAELITA?! JUDEU?!


Qual a diferença entre hebreu, israelita e judeu?

No vídeo de hoje, Osvaldo aborda um assunto que traz, muitas vezes, confusão no entendimento. Confira já, a resposta para a pergunta - Qual a diferença entre hebreu, israelita e judeu.

CABALÁ: AS DUAS ALMAS DO HOMEM


Uma definição simples da alma é que é a entidade espiritual que dá vida à pessoa, cuja manifestação física é o corpo

Ensina a Cabalá que cada pessoa, independentemente de sua natureza ou comportamento, possui duas almas1: uma Divina e uma natural. Essas são as almas básicas do ser humano; e não devem ser confundidas com a alma adicional que um judeu recebe durante o Shabat, ou com os cinco níveis da alma – Nefesh, Ruach, Neshamá, Chaya e Yechidá.

29 de setembro de 2020

JUDAÍSMO: ALEGRIA E AFLIÇÃO NA PANDEMIA


Tristeza e felicidade não são dois polos opostos, incapazes de conviver, pois um não exclui o outro


Pelo Rabino Y. David Weitman - Rabino-Chefe da Congregação Beit Yaacov, São Paulo, escritor e palestrante

As notícias que nos chegam sobre a pandemia, em geral, e suas consequências nos doentes e óbitos são assustadoras. Lamentamos imensamente e nos entristecemos. Cinco meses se passaram e o quadro permanece escuro, levando muitos à depressão. À espera do sol atrás das nuvens, qual seria a recomendação judaica neste período de angústia e adversidade? Há possibilidade de momentos felizes em meio a esta aflição?