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7 de dezembro de 2019

VOCÊ SABIA QUE MUITOS BRASILEIROS SÃO DESCENDENTES DE JUDEUS?


Em 1499, já quase "não havia" mais judeus em Portugal, pois estes agora tinham uma outra denominação: eram os cristãos-novos

Um povo para ser destacado dentre as nações precisa conhecer sua identidade, buscando profundamente suas raízes. Os povos formadores do tronco racial do Brasil são perfeitamente conhecidos, como: o índio, o negro e o branco, destacando o elemento português, nosso colonizador. Mas, quem foram estes brancos portugueses? Pôr que eles vieram colonizar o Brasil ? Viriam eles atraídos só pelas riquezas e Maravilhas da terra Pau-Brasil ? A grande verdade é que muitos historiadores do Brasil colonial ocultaram uma casta étnica que havia em Portugal denominada por cristãos-novos, ou seja, os Judeus! Pôr que? (responder esta pergunta poderia ser objeto de um outro artigo).

4 de março de 2019

ASSOCIAÇÃO ISRAELITA SEFARADI: A HISTÓRIA JUDAICA EM SÃO GONÇALO – RJ




O primeiro proprietário foi um judeu que, por imposição da Santa Inquisição, converteu-se ao catolicismo em 1617

São Gonçalo, é um município da Região Metropolitana da Cidade do Rio de Janeiro, no estado do Rio de Janeiro. A ”Kahal Sefaradi Beit Lichior Shalom” é uma comunidade Judaica Tradicional no município e tem como líder espiritual o Rabino David Levy Farini.

27 de janeiro de 2019

MUSEU DA HISTÓRIA DA INQUISIÇÃO EM BELO HORIZONTE (MG)


Por que houve tanta intolerância e crueldade? O que podemos extrair de tudo isto?

O Museu da História da Inquisição, inaugurado em agosto de 2012, está aberto ao público para visitações. Ele tem contribuído no resgate da memória de uns dos importantes colonizadores de nosso país, conhecidos como Cristãos-Novos ou Cripto-Judeus. Esses colonizadores marcaram importante presença desde a época do descobrimento, mas que por motivos e regras impostas pela Inquisição, parte dessa nossa importante história foi e ainda hoje continua omitida dos livros didáticos. Englobando aspectos históricos, culturais, educativos e artísticos, além de contribuir para a inclusão social, combatendo a intolerância religiosa.

9 de janeiro de 2019

INAUGURAÇÃO DA "SINAGOGA SEM FRONTEIRAS" NA CAPITAL PAULISTA


No último dia 26 setembro de 2018, a equipe do Mosaico foi conferir a inauguração da Sinagoga Sem Fronteiras no bairro Jardim Paulistano, na capital paulista, sob comando do Rabino Ventura! Mosaico na TV: Terça e quarta-feira às 21h. Canal 9 net | 186 vivo | 8 vivo fibra. Assista online às 21h: tvaberta.tv.br/ao-vivo. Créditos: Câmera: Edson Folco.

18 de outubro de 2018

"ISOLADAS", FAMÍLIAS JUDIAS BUSCAM RECONHECIMENTO NA PARAÍBA


Hugo Borges (esq.) conduz estudo do Judaísmo na sala de sua casa em João Pessoa (PB)

Elas seguem a torá, o livro sagrado dos judeus, mas 35 famílias da Paraíba ainda buscam reconhecimento de autoridades religiosas em Israel. Até agora sem sucesso. O problema, segundo a Congregação Israelita Paulista (CIP), é que, para que um não judeu ou descendente distante faça parte da religião, é necessária uma comunidade preexistente para inseri-lo; o que não existe em cidades como João Pessoa e Campina Grande (a 132 km da capital).

12 de maio de 2018

VOCÊ SABIA QUE MUITOS BRASILEIROS SÃO DESCENDENTES DE JUDEUS?


SINAGOGA SEM FRONTEIRAS: O BRASIL TAMBÉM É JUDEU: RAÍZES JUDAICAS DO POVO BRASILEIRO

Um povo para ser destacado dentre as nações precisa conhecer sua identidade, buscando profundamente suas raízes. Os povos formadores do tronco racial do Brasil são perfeitamente conhecidos, como: o índio, o negro e o branco, destacando o elemento português, nosso colonizador. Mas, quem foram estes brancos portugueses? Por que eles vieram colonizar o Brasil? Viriam eles atraídos só pelas riquezas e Maravilhas da terra Pau-Brasil? A grande verdade é que muitos historiadores do Brasil colonial ocultaram uma casta étnica que havia em Portugal denominada por cristãos-novos, ou seja, os Judeus! Por que? Responder esta pergunta poderia ser objeto de um outro artigo.

10 de março de 2018

HISTORIA DA COMUNIDADE JUDAICA NO AMAZONAS




Cemitério Israelita de Soledade em Belém - PA
 (2013 - foto de Moisés Unger pequena)

A imigração judaica para a Amazônia se deu a partir do século 19, com maioria de judeus sefaradim originários do Norte da África: Tânger, Tetuan, Rabat, Casablanca, Marrocos francês e espanhol, Argélia e outros lugares, incluindo também Portugal (que era também parte da rota de imigração ao Brasil).
O professor Samuel Benchimol estima que entre 1810 e 1850, antes, portanto, do ciclo da borracha, chegaram à região (incluindo a Amazônia peruana) cerca de 300 famílias judaicas. Entre 1851 e 1910, chegaram outras 700. No total, cerca de 650 foram para o Pará, 200 para o Amazonas e outras dezenas para a Amazônia peruana (Iquitos).

18 de fevereiro de 2018

A EXTRAORDINÁRIA HISTÓRIA DA JUDIA LISBOETA DONA GRACIA NASI: UMA DAS MULHERES MAIS RICAS DO MUNDO


Selo israelense em homenagem à portuguesa Dona Gracia Nasi, cuja história ficou esquecida durante mais de 500 anos

Que estranho, mas, infelizmente, que comum: uma mulher que poderia ter conseguido algo enorme, mas que seria esquecida pelos historiadores. Aconteceu com Gracia Nasi Mendes, que só foi redescoberta lentamente a partir dos anos 80 do século passado, no Judaísmo Progressista, através da busca de mulheres na história judaica e pessoas ativistas, que poderiam funcionar como modelos para os judeus progressistas de hoje. Geralmente, ela tornou-se mais conhecida a partir do ano 2010, quando os judeus de várias nações celebraram o 500º aniversário dela.

JUDEUS EM PORTUGAL


Sinagoga Beit Eliahu (A Casa de Elias, em hebraico) em Belmonte

A conquista da Lusitânia pelo Império Romano e a posterior destruição de Jerusalém no ano 70 da era comum (DC), que obrigou os judeus a se dispersarem pelo mundo ("Diáspora judaica"), fez com que um grande contingente de hebreus buscassem um novo lar na Península Ibérica (ou para ali fossem deportados, como ocorreu no tempo do imperador Adriano). Embora não se saiba exatamente quando se iniciou tal movimento migratório, a presença de judeus no território que futuramente constituiria Portugal pode ser comprovada pela descoberta de inscrições funerárias na freguesia de Lagos da Beira e em outras regiões no país.

12 de janeiro de 2018

QUEIMADO NA FOGUEIRA DA INQUISIÇÃO - GÊNIO DA DRAMATURGIA - ANTÔNIO JOSÉ DA SILVA: O JUDEU


Antônio José da Silva, conhecido como "O Judeu" (Rio de Janeiro, 8 de Maio de 1705 - Lisboa, 19 de Outubro de 1739)

Antônio nasceu numa fazenda nos arredores do Rio de Janeiro e mudou-se para a Candelária, no centro da capital, com a família. Batizado, mas de origem judaica, foi vítima da perseguição que dizimou a comunidade dos cristãos-novos do Rio de Janeiro em 1712. Em Lisboa, o dramaturgo e escritor foi preso pela Inquisição portuguesa com a mãe, tia, irmão (André) e a esposa, Leonor Maria de Carvalho, que se encontrava grávida. Viria a morrer na fogueira às mãos da Inquisição, num Auto-de-Fé. A sua vida é retratada no filme luso-brasileiro: O Judeu (1995).

5 de dezembro de 2017

LISTA DE SOBRENOMES JUDAICO-PORTUGUESES USADOS DEPOIS DA CONVERSÃO FORÇADA NA PENÍNSULA IBÉRICA


Apenas o sobrenome não indica que uma pessoa tenha ascendência judaica

Apenas o sobrenome não indica que uma pessoa tenha ascendência judaica. O que realmente torna o sobrenome relevante, como judaico, é a pratica de tradições judaicas mantidas pela família, principalmente entre os mais idosos, como avós e bisavós. 
Com a presença de tradições, o sobrenome torna-se importante para a busca de um passado judaico "perdido" (Segue abaixo uma lista de sobrenomes frequentemente adotados pelos judeus na conversão forçada à religião católica, quando tornavam-se "cristãos-novos").


19 de novembro de 2017

OS MARRANOS NO BRASIL


Sinagoga Kahal (T)Zur Israel (A Rocha de Israel) no Recife (PE) 

Os estudos sobre o marranismo têm despertado grande interesse. As pesquisas sobre inquisição, cristãos-novos (marranos) e criptojudaísmo no período colonial apresentam um quadro do fenômeno que perdurou quase trezentos anos, marcando a mentalidade brasileira. Desde o século 17 encontramos cristãos-novos entre os desbravadores e formadores do território nacional. Antônio Raposo Tavares, organizador da primeira expedição de reconhecimento geográfico que abrangeu todo o espaço continental da América do Sul, era de família cristã-nova de Beja.