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7 de dezembro de 2019

OPINIÃO: “NOSSA ELITE É MAIS GRINGA QUE PARECE” - PELO BLOGGER PAULO ROGÉRIO


Um dos primeiros questionamentos apresentados pelo estudo é sobre o que é ser judeu. A identidade judaica deveria ser definida pela religião, pela etnia ou pela cultura?

Existem informações que de tão óbvias tornam-se desconhecidas. O sucesso da imigração no Brasil é uma delas. Tomemos, por exemplo, os judeus. Vindos basicamente entre os anos de 1926 a 1942, oriundos de duas ramificações diferentes: os Sefarditas, da península ibérica e os Askenazis que fugiam das ditaduras do leste europeu e do nacional-socialismo de Hitler. Os judeus chegaram ao Brasil, por coincidência, em um ambiente favorável à diversidade religiosa (desde que não fosse africana) e, sobretudo, numa época onde se buscava embranquecer o país. Como se enquadravam no padrão estético requerido, sobretudo os Azkenazis (caucasianos convertidos a fé judaica) se adaptaram e formaram uma das mais prósperas “comunidades étnicas” no seio da sociedade brasileira.

25 de setembro de 2019

A CHINA ENCONTROU, ISRAEL ENCONTROU... E O BRASIL, AINDA NÃO


A região que contempla Shenzhen (detalhe), Hong Kong e Guangzhou é conhecida como a Área da Baía Maior (Greater Bay Area), comparada ao Vale do Silício, berço de grandes inovações tecnológicas

Chineses e israelenses inovaram porque encontraram suas necessidades mais fundamentais e precisavam resolvê-las. Fazemos bem em observar esses casos, em vez de ficarmos só sonhando com o Vale do Silício.