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11 de fevereiro de 2025

RADICADA NO BRASIL, FILHA DE SOBREVIVENTES DO HOLOCAUSTO DIZ QUE O NAZISMO FOI "NATURALIZADO"


A ativista boliviana Clara Levin Ant, radicada no Brasil, percebe as manifestações neonazistas como tentativas de apagar na humanidade as ações contra o nazismo

Libertação do campo de extermínio de Auschwitz completa 80 anos em 2025. No 80º aniversário da liberação de prisioneiros do campo de extermínio de Auschwitz, Clara Levin Ant, filha de judeus poloneses sobreviventes da Segunda Guerra Mundial, entende que o nazismo continua a existir com alguma força e cita o crescimento de núcleos neonazistas pelo mundo e até no Brasil. Clara adverte que o nazismo, o neonazismo, o uso de símbolos e gestos nazistas e o antissemitismo são crimes no Brasil e devem ser punidos.

3 de abril de 2022

APRENDER COM O PASSADO PARA PROTEGER O FUTURO - Por Claudio Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil (Conib)


"O Brasil vive uma explosão de grupos extremistas, dos quais a maioria é abertamente neonazista. Segundo a antropóloga Adriana Dias, essas células teriam crescido 270% entre 2019 e 2021, chegando a 530 grupos", citou Cláudio Lauttenberg

Já faz algum tempo que os judeus do mundo inteiro vêm constatando uma tendência preocupante: a cada ano, o grau de ignorância das gerações mais jovens acerca do Holocausto parece aumentar. Hoje, oito décadas após o genocídio de seis milhões de judeus pelo regime nazista, uma parcela ampla da sociedade desconhece informações básicas a seu respeito. Não sabem o que foi, quem o causou, por que ocorreu.

21 de novembro de 2021

DOUTORANDO DA UFRGS ASSEDIOU E ENVIOU MENSAGENS ANTISSEMITAS À NAMORADA DE ISRAELENSE NO BRASIL


Além disso, Álvaro Körbes Hauschild afirmou que negro "exala um cheiro típico", "tem um cérebro programado para fazer o máximo de filhos que puder" e que "pode não ser um problema lá (África), onde a natureza dá cabo deles"

Investigado por racismo, o doutorando Álvaro Körbes Hauschild, de 29 anos, assediou e enviou mensagens antissemitas para a namorada de um judeu, que deu entrevista ao GLOBO na condição de anonimato. A abordagem ocorreu em 12 de setembro, quando Hauschild adicionou uma jovem de 17 anos nas redes sociais. Durante a conversa, o suspeito foi questionado sobre negacionismo e afirmou que não há provas de que Holocausto existiu. O diálogo foi anexado ao inquérito policial.