Mostrando postagens com marcador Biografias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Biografias. Mostrar todas as postagens

21 de agosto de 2020

STAN LEE: O CRIADOR DE SUPER-HERÓIS


Filho de judeus romenos, Stan Lee, ou Stanley Martin Lieber, nasceu em 28 de dezembro de 1922, em Nova York

Escritor e editor, filho de judeus romenos, Stan Lee morreu aos 95 anos em novembro de 2018, após uma vida profissional muito rica, que fez a alegria de crianças e adultos com os inesquecíveis super-heróis mais famosos do mundo – Homem-Aranha, Thor, X-Men, Incrível Hulk, Demolidor, Homem de Ferro, Homem-Formiga, Pantera Negra e Quarteto Fantástico.

13 de dezembro de 2019

FABIANA JUSTUS DETALHA FESTEJOS DE FIM DE ANO DE SUA FAMÍLIA JUDIA


"Ía para a casa dos outros (no Natal) e ganhava prêmio de consolação", lembra Justus

Fabiana Justus vai passar o Natal fora com o marido e as filhas. Sem revelar o destino, a filha de Roberto Justus viaja no próximo dia 23 e só retorna no fim de janeiro de 2020. Judia, ela conta que nem sempre foi bem resolvida com a data, e que já chegou a passar a festa na casa de amigos, ver a troca de presentes e ganhar um "prêmio de consolação".

"Como eu sou judia, nunca tive festa de Natal e sempre era convidada para a casa das pessoas. Todo mundo ia na árvore, ganhava um presente, e eu ficava com um prêmio de consolação: 'olha, toma pra você'. Natal para mim era ir na casa dos outros, jantar gostoso e consolação", diz ela num vídeo publicado em seu canal no YouTube.

27 de março de 2019

FENÔMENO: CANTORA OFRA HAZA (עפרה חזה)


Ofra Haza (עפרה חזה) nasceu no seio de uma família de judeus do Iémen que emigraram para Israel

Ofra Haza (em hebraico: עפרה חזה) (Tel Aviv, 19 de Novembro de 1957 — 23 de Fevereiro de 2000) foi uma cantora israelense de raízes iemenitas que alcançou grande popularidade no Médio Oriente e internacionalmente.

1 de novembro de 2018

CLARICE LISPECTOR: FUGITIVA DO ANTISSEMITISMO NO LESTE EUROPEU - O BRASIL ACOLHEU UMA DAS PRINCIPAIS ESCRITORAS DO SÉCULO 20


Clarice Lispector é autora de romances, contos e ensaios, sendo considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século 20 e a maior escritora judia desde Franz Kafka


Clarice Lispector (Chechelnyk, 10 de dezembro de 1920 — Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977) foi uma escritora e jornalista nascida na Ucrânia e naturalizada brasileira — que declarava, quanto a sua brasilidade, ser pernambucana —, autora de romances, contos e ensaios, sendo considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século 20 e a maior escritora judia desde Franz Kafka. Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano.

5 de setembro de 2018

ATRIZ BEATRIZ SEGALL MORRE AOS 92 ANOS


A carioca Beatriz viveu a icônica vilã Odete Roitman na novela 'Vale Tudo', da Rede Globo

A atriz Beatriz Segall morreu nesta quarta-feira (5), aos 92 anos, no hospital Albert Einstein, em São Paulo. A causa da morte não foi divulgada. O corpo da atriz será velado no próprio hospital a partir das 19h e o corpo será cremado nesta quinta-feira, em Cotia, na Grande São Paulo. Beatriz ficou conhecida por interpretar a icônica vilã Odete Roitman na novela Vale Tudo, de 1988, na Rede Globo. 

26 de agosto de 2018

MORRE EM SÃO PAULO O ATOR E DIRETOR HENRIQUE MARTINS (HEINZ SCHLESINGER)



Heinz Schlesinger (Henrique Martins) nasceu em 1933, em Berlim, Alemanha, e veio para o Brasil com a família quando tinha 3 anos de idade

Henrique trabalhou em dezenas de produções na televisão, tendo passagens também por emissoras como Tupi, Excelsior, Globo, Record e SBT. Heinz Schlesinger nasceu em 1933, em Berlim, Alemanha, e veio para o Brasil com sua família quando tinha 3 anos. No país, sob o nome artístico de Henrique Martins, ele fez sua estreia na televisão como o protagonista da novela "Se o mar contasse" (1964, TV Tupi).

11 de julho de 2018

O JUDEU JACOB DO BANDOLIM



Jacob viveu toda sua vida sob o  estigma, forte à época, de ser judeu e, ainda por cima, filho de uma profissional do sexo

. Jacob Pick Bittencourt:

O mundo parecia querer vir abaixo naquela cinzenta madrugada de domingo. Nuvens escuras avisavam que a tempestade estava próxima. Como um prenúncio aziago, o telefone tocou uma, duas, três vêzes.  “É para você, Jacob”, informou Adylia, sua esposa , passando-lhe o fone. O dono da casa atendeu, sonolento e, enquanto escutava, seus olhos foram se enchendo  de lágrimas. Era da Santa Casa de Misericórdia.  Mais precisamente, do  Serviço Funerário.  Sua mãe acabara de falecer.  Jacob vestiu um terno às pressas, sentou na beirada da cama, abriu a gaveta da mesinha de cabeceira, procurando, avidamente, por uma tesoura.  Com uma das mãos, segurou com força a aba do paletó e, com a outra, tesoura em punho, recortou uma tira do tecido, sob o olhar estupefato de sua filha Elena, que acordara com o ruído do telefone e o choro do pai, a quem idolatrava (*). “Papai, o que está acontecendo”? “Vista-se  rápido, minha filha, preciso que você. me acompanhe  até à Santa Casa”, respondeu Jacob.

6 de julho de 2018

JUSTIÇA PÓSTUMA: CORTE INTERNACIONAL CONDENA BRASIL POR NÃO INVESTIGAR MORTE DE VLADIMIR HERZOG


O judeu Vladimir Herzog foi morto aos 38 anos, após se apresentar espontamente para depor no DOI-Codi/SP, durante a ditadura militar

Brasília (DF) - Mais de quatro décadas depois da morte de Vladimir Herzog, em 24 de outubro de 1975, a Corte Interamericana de Direitos Humanos (CorteIDH) condenou, nesta quarta-feira, o Estado brasileiro pela falta de investigação, julgamento e sanção dos responsáveis pela tortura e assassinato do jornalista.

22 de junho de 2018

BIOGRAFIA: BLOGGER LEONARDO FERREIRA - MEMBRO DO TEMPLO BETH-EL OF JERSEY CITY (ENTREVISTA CONCEDIDA AO JORNAL BRAZILIAN TIMES EM MASSACHUSETTS - USA)


Há cerca de uma década e meia, Leonardo Ferreira é membro do Templo Beth-El of Jersey City, nos Estados Unidos

O jornalista Leonardo Ferreira, natural do Rio de Janeiro, morador na cidade de East Newark (NJ), concluiu em novembro o Master in Business Administration (MBA) em Comunicação & Marketing em Mídias Digitais pela Universidade Estácio de Sá em convênio com a Harvard University. 

3 de junho de 2018

PERSONALIDADE: O JORNALISTA CARIOCA RONALDO GOMLEVSKY


Ronaldo Gomlevsky foi presidente da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro - FIERJ, cumprindo três mandatos alternados (84-86,86-88,92-94). Criou jornal, programas de rádio e de televisão comunitários

Ronaldo Gomlevsky é carioca, alucinadamente rubro-negro, empresário, advogado, jornalista, editor da Revista Menorah, do jornal eletrônico Menorah Rapidinhas, âncora do programa televisivo semanal de entrevistas e debates Menorah na TV e apresentador, além de motivador, do programa de debates Confronto-Metropolitana, no ar, diariamente, de 9 às 11 da manhã pela Rádio Metropolitana AM no Rio de Janeiro.

16 de novembro de 2017

Ator Elias Gleizer é sepultado no Cemitério Israelita em Belford Roxo

BELFORD ROXO (RJ) - Foi sepultado por volta das 13h40 de domingo (17 de maio), o corpo de Elias Gleizer no Cemitério Israelita, na Avenida Automóvel Clube, no Jardim Redentor, em Belford Roxo, no Rio de Janeiro.
Rosa Amar, única irmã do ator, veio de São Paulo acompanhada pela filha Simone. A cerimônia contou também com a presença de amigos, já que elas eram as únicas familiares do artista. José Ribamar de Almeida, dentista do ator, lembrou os últimos dias com ele: "Tínhamos uma amizade de 30 anos. Ele preferia caminhar sozinho, ele caiu, mas estava consciente, brincando".
No último dia 6, foi esse dentista que pegou Elias em casa e o levou ao seu consultório, onde o ator caiu da escada rolante, quebrando cinco costelas e perfurando o pulmão, o que levou ao óbito. Desde 2011, o ator sofria com um problema renal crônico e passou por várias internações de lá para cá.
Filho de judeus poloneses que fugiram da perseguição na Europa, Elias Gleizer surgiu na TV Tupi, no fim da década de 1950. Fez a novela "José do Egito", em 1959. Depois engatou uma série enorme de novelas e outros teleteatros na própria Tupi. Fez nada menos que 25 trabalhos na emissora pioneira. Seu tipo bonachão, um corpo grande, aliados ao olhar doce, encaixavam-se sempre em variados papéis.


Filho de judeus poloneses que fugiram da perseguição na Europa, Elias Gleizer surgiu na TV Tupi, no fim da década de 1950


Atriz Neuza Amaral é sepultada no Cemitério Israelita de Belford Roxo

BELFORD ROXO (RJ) - A atriz Neuza Amaral, de 86 anos, morreu na manhã de 19 de abril no Hospital São Vicente de Paulo, na Tijuca, zona norte do Rio, onde estava internada desde sábado (15). De acordo com nota divulgada pelo hospital, ela morreu em decorrência de um quadro compatível com embolia pulmonar.
Paulista da cidade de São José do Barreiro, onde nasceu em 1º de agosto de 1930, Neuza Gouveia da Silva do Amaral era filha de pais analfabetos e começou a trabalhar aos 12 anos, quando já vivia no Rio de Janeiro, entregando marmitas. Iniciou sua carreira de atriz nos anos 50, na Rádio Tupi carioca, e depois transferiu-se para São Paulo, onde atuou na Rádio Record.


Convertida ao judaísmo, Neuza Amaral foi sepultada no Cemitério Israelita de Belford Roxo


14 de fevereiro de 2013

FILME: O ANO EM QUE MEUS PAIS SAÍRAM DE FÉRIAS




O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias é um filme brasileiro de 2006, do gênero drama, dirigido por Cao Hamburger. Oroteiro, que levou quatro anos para ser concluído, foi escrito por Cao HamburgerAdriana Falcão, Claudio Galperin, Anna MuylaertBráulio Mantovani. E estrelado por Michel Joelsas e Germano Haiut. Foi distribuido no Brasil por Buena Vista International.

Sinopse:

Em 1970, Mauro é um garoto de doze anos, que adora futebol e jogo de botão. Um dia, sua vida muda completamente, já que seus pais saem de férias de forma inesperada e sem motivo aparente para ele. Na verdade, os pais de Mauro foram obrigados a fugir por serem militantes da esquerda, os quais eram perseguidos pela ditadura militar, e por essa razão decidiram deixá-lo com o avô paterno. Porém, o avô falece no mesmo dia que Mauro chega em São Paulo, o que faz com que Mauro tenha que ficar com Shlomo, um velho judeu solitário que é seu vizinho. Enquanto aguarda um telefonema dos pais, Mauro precisa lidar com sua nova realidade, que tem momentos de tristeza pela situação em que vive e também de alegria, ao acompanhar o desempenho da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970.

Produção:

roteiro de O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias levou 4 anos até ser concluído. Foi realizada uma pesquisa com mais de mil crianças, para a seleção dos intérpretes dos personagens pré-adolescentes do longa-metragem. O filme é semi-autobiográfico: os pais do diretor, físicos e professores da Universidade de São Paulo, foram brevemente detidos pelos militares no mesmo ano de 1970, acusado de dar apoio a "subversivos". O casal de cinco crianças --- incluindo Cao Hamburger, o diretor, que tinha 8 anos - ficaram sob os cuidados de seus avós, um judeu e um católico italiano.

Elenco:

·         Michel Joelsas como Mauro
·         Germano Haiut como Shlomo
·         Daniela Piepszyk comoHanna
·         Caio Blat como Ítalo
·         Paulo Autran como Mótel
·         Simone Spoladore como Bia
·         Eduardo Moreira como Daniel
·         Liliana Castro como Irene
·         Felipe Braun como Caco
·         Haim Fridman como Duda

Critica:

longa-metragem recebeu críticas em sua maioria positivas. Baseado em 52 comentários recolhidos do website Rotten Tomatoes, 83% dos críticos deram ao filme uma avaliação positiva, com uma classificação média de 7.1 de 10. Deborah Young da Variety elogiou o filme como "sensível, delicada e envolvente", passando a dizer que "Cao Hamburger não sente necessidade (nem há) para sublinhar o óbvio. Ele tem a habilidade de um mágico para manter a luz história e crível". Ela também observa que "a parte humorística central do roteiro é desprovido de surpresas".

Bilheteria:

O filme de Cao Hamburger, atraiu mais de 70 mil espectadores aos cinemas, em sua semana de estréia, no total de 188 mil – onde desembarcou com 68 cópias. O filme foi relatado em alguns sites como uma bilheteria modesta.

Prêmios e Indicações:

O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias recebeu uma menção honrosa do júri da 30ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O longa foi destacado por “sua realização visual e pela capacidade não apenas de criar uma atmosfera de época, mas também de traduzir o sentimento coletivo daquele período”. O filme ainda dividiu com “Antônia’’ o prêmio Petrobrás Cultural de Difusão de melhor longa brasileiro de ficção.

Premiações indicações:

·         Prêmio do Público - 2006 Rio de Janeiro International Film Festival
·         Melhor Filme - 2006 São Paulo International Film Festival
·         Prêmio do Público - 2007 Festival Internacional de Cinema de Lima, Peru
·         Prêmio Especial do Júri - 2006 São Paulo International Film Festival
·         Melhor Fotografia - 2007 Prêmio Cinematografia ABC
·         Melhor Direção de Arte - 2007 Prêmio ABC de Cinematografia
·         Melhor Intérprete Young - 2007 Young Artist Awards
·         Melhor Edição - 2007 Prêmio ABC de Cinematografia
·         Melhor Som - 2007 Prêmio ABC de Cinematografia
·         Melhor Roteiro - 2007 da Associação Paulista de Críticos de Arte Prêmios
·         Golden Bear (nomeado) - 2007 Festival Internacional de Berlim

31 de janeiro de 2013

MISS BRASIL 1958: ADALGISA COLOMBO É SEPULTADA NO CEMITÉRIO ISRAELITA DE VILAR DOS TELES NO RIO DE JANEIRO





Adalgisa Colombo Teruskin (Rio de Janeiro, 11 de janeiro de 1940 - 17 de janeiro de 2013) foi a Miss Brasil 1958.

Atuou em 1956 no filme Com Água na Boca, no papel de Teresinha. Foi a primeira representante do antigo Distrito Federal, atual Rio de Janeiro, a ser coroada Miss Brasil, num concurso realizado em 1958 no próprio Rio de Janeiro. No Miss Universo, realizado nesse ano em Long Beach, Califórnia (EUA), ficou em segundo lugar, perdendo apenas para Luz Marina Zuluaga. Renunciou durante o reinado por estar de casamento marcado, mas oficialmente é a vencedora do concurso; nenhuma outra candidata a sucedeu até a realização do Miss Brasil 1959. Trabalhou como apresentadora da TV Rio durante a década de 60, onde apresentou programas diversos, a maioria dirigidos ao público feminino. Em 2004 foi homenageada pelo site Misses do Brasil como a "Miss Brasil Inesquecível", por ocasião dos 50 anos do concurso.
O segundo casamento de Adalgisa foi com o empresário Flávio Teruszkin. Depois da união, ela se converteu ao Judaísmo, religião do marido, com quem morava numa casa no Joá, na zona oeste carioca. No final dos anos 80, o casal, que adotou dois filhos, se mudou para Portugal, fugindo da onda de sequestros no Rio de Janeiro. A modelo criou ainda a filha de sua única irmã, que morreu aos 29 anos com problemas cardíacos. Adalgisa trabalhou na Rádio Globo e na TV Rio, além de ter sido garota propaganda de produtos como o cigarro Charm, numa época em que fumar era símbolo de elegância. Apesar de dizer que detestava frequentar eventos como o Fashion Week, ela continuou sendo uma referência no mundo da moda e reproduzia aprendizados dos tempos da Casa Canadá. Um deles era jamais usar chapéu com cabelo solto. A eterna miss dizia: “Essa combinação deixa qualquer mulher parecida com uma bruxa”.
Adalgisa Colombo morreu no Rio de Janeiro, em 17 de janeiro de 2013, aos 73 anos. As causas da morte não foram divulgadas pela família. Seu corpo foi enterrado no Cemitério Israelita de Vilar dos Teles, na Baixada Fluminense. 

Fonte: Wikipedia

1 de março de 2009

MARILYN MONROE: JUDIA POR OPÇÃO

A ATRIZ NORTE-AMERICANA MARILYN MONROE CONVERTEU-SE OFICIALMENTE AO JUDAÍSMO AO CASAR-SE COM O FAMOSO ESCRITOR ARTHUR MILLER




A atriz Marilyn Monroe, convertida ao Judaísmo ao casar-se com o célebre escritor judeu Arthur Miller, da mesma que fez a matriarca bíblica Ruth, foi um dos maiores símbolos sexuais do século 20. Seu nome verdadeiro era Norma Jeane Mortensen, filha de Gladys Baker, que trabalhava nos estúdios RKO como editora de filmes.

Devido às internações de sua mãe por problemas psicológicos, Norma Jeane passou grande parte de sua infância em casas de família e orfanatos até que, em 1937, ela se mudou para a casa de Grace Mckee Goddard, amiga da família. Em 1942, o marido de Grace foi transferido para a costa Leste, e o casal não tinha condições financeiras para levá-la com eles.

A solução para a jovem de 16 anos foi se casar no dia 19 de julho de 1942, com James Dougherty de 21 anos, com quem estava namorando há seis meses. Dois anos depois James, na Marinha, foi transferido para o Pacífico Sul.

Após a sua partida, Norma Jeane tentou a carreira de atriz, em pequenas aparições. O divórcio veio meses antes de assinar seu primeiro contrato com a Twentieth Century Fox em 26 de agosto de 1946.

Adotou então o nome de Marilyn Monroe e tingiu o cabelo de loiro. Sua estréia no cinema foi com um papel irrelevante em "The Shocking Miss Pilgrim" em 1947. No mesmo ano participou de "Torrentes de Ódio" e "Idade perigosa". Depois disso, a Fox cancelou seu contrato e Marilyn foi para a Columbia, onde só permaneceu por seis meses.

Em 1949, sem dinheiro, concordou em posar nua para um calendário. O sucesso foi tão grande que ela acabou ilustrando a primeira capa da revista Playboy em 1953. Tinha 1,66 metro de altura, 94 centímetros de busto, 61 de cintura e 89 de quadril.

Fez seu primeiro papel de destaque em 1951, no filme "O Segredo das Viúvas". No ano seguinte, participou de "O Inventor da Mocidade". Seu nome começou a atrair multidões aos cinemas. Foi assim em "Como Agarrar um Milionário" (1953), "Os Homens Preferem as Loiras" (1953), "O Pecado Mora ao Lado" (1955) e "Quanto Mais Quente Melhor" (1959) - este, com direção de Billy Wilder, foi considerado "a melhor comédia de todos os tempos". Nele a atriz atuou ao lado de Tony Curtiss e Jack Lemmon.

Em 14 de janeiro de1954, Marilyn se casou com o ex-jogador de beisebol Joe Di Maggio, uma lenda do esporte nos Estados Unidos. Durante sua lua de mel, em Tóquio, Marilyn fez uma performance para os militares que estavam servindo na Coréia.

Joe, ciumento, não agüentou a exposição da esposa. Nove meses depois, em outubro de 1954, veio o divórcio. Em 1956, a atriz se casou com o dramaturgo Arthur Miller. Em 1961, após perder um bebê, os dois se separaram. No mesmo ano ela fez seu último filme, "Os Desajustados". Em 1962, durante as filmagens de "Something´s Got to Give", Marilyn foi demitida devido aos constantes atrasos. O diretor Billy Wilder fez um célebre protesto: "Tenho uma tia-avó na Áustria que é pontualíssima, mas ninguém pagaria um centavo para vê-la".

Uma das mais célebres performances de Marilyn foi "Parabéns a você", de maneira sensualíssima para o presidente americano John Fitzgerald Kennedy, no Madison Square Garden. O fato reforçou os rumores de que ambos teriam sido amantes.

Quatro meses depois do episódio, Marilyn foi encontrada morta, segurando o telefone, ao lado de um vidro de barbitúricos. A hipótese de seu envolvimento amoroso com o presidente Kennedy e seu irmão Robert ganhou força, quando encontraram sua casa vasculhada - supostamente por agentes do FBI -, antes da chegada da polícia, no dia de sua morte.

A estrela, que deixou o mundo aos 36 anos, personificou o glamour hollywoodiano dos anos 50. Sua aparente vulnerabilidade e inocência, junto com sua inata sensualidade, a tornaram uma das mulheres mais desejadas do século 20.

28 de fevereiro de 2009

SAMMY DAVIS JR.: JUDEU POR OPÇÃO

O CANTOR E DANÇARINO NEGRO CONVERTEU-SE OFICIALMENTE AO JUDAÍSMO APÓS UM ACIDENTE AUTOMOBILÍSTICO QUASE FATAL NOS ESTADOS UNIDOS




Sammy Davis Jr. dominava o palco: cantava, dançava, atuava e tocava diversos instrumentos. Por isso, mais do que 23 filmes e 40 discos Long Playing (LP), suas performances gravadas ao vivo são seu principal legado. Seus temas mais conhecidos são "Mr. Bojangles", "Candy Man" e "That Old Black Magic". Notável intérprete de Cole Porter, Sammy estrelou a versão para o cinema da ópera "Porgy and Bess", sob a direção de Otto Preminger, em 1959.

O público conservador americano manifestou sua ira em dois episódios: a conversão de Sammy ao judaísmo e seu casamento com May Britt, uma atriz branca, loura e sueca. Nesses períodos, ele recebeu ameaças de morte.

Aos três anos, Sammy fazia parte do grupo Will Mastin's Gang Featuring Little Sammy, fundado no Harlem, o bairro negro onde ele nasceu, por seu pai e seu tio. Ao sete, estreou no cinema em "Rufus Jones for President". Em 1942, conheceu Frank Sinatra durante uma apresentação no Teatro Michigan, em Detroit.

Após a Segunda Guerra, iniciou sua carreira no salão de festas Slapsy Maxie, de Los Angeles. O sucesso no musical "Mr. Wonderful", na Broadway, abriu o espaço para estrelar seu próprio programa de televisão. Foi o primeiro artista negro a conseguir isso.

Seu primeiro álbum, "Starring Sammy Davis Jr.", foi lançado em 1954. Naquele ano, ficou meses afastado porque perdeu o olho esquerdo em um acidente de carro. Ao retornar aos palcos, colocou nas paradas de sucesso as músicas "Something's Gotta Give", "Love me or Leave me" e That Old Black Magic.

Dirigiu, em parceria com Frank Sinatra e Liza Minnelli, o célebre grupo de amigos Rat-Pack-Clique nos cassinos de Las Vegas, em 1959. O mesmo grupo produziu também filmes, como "Ocean's Eleven" ("Onze homens e um destino") (1960), "Sergeants 3" (1962) e "Robin and the Seven Hoods" (1964).

A carreira de Sammy Davis foi bastante prejudicada pelo preconceito racial, que limitou seus papéis no cinema, mesmo considerando sua parceria com amigos do Rat-Pack como Frank Sinatra e Dean Martin. O artista, porém, compensava com espetáculos ao vivo, tendo uma agenda constantemente lotada e casa cheia. "Gostem ou não de mim, eles sabem que meu espetáculo vale o dinheiro que gastaram com o ingresso", disse ele numa entrevista.

Seu último desempenho foi numa produção para a TV, "O maior presente de Natal" ("The kid who loved Christmas"), em 1990. Sammy Davis Jr. Morreu de câncer aos 64 anos, em Beverly Hills, bairro dos ricos e famosos de Los Angeles.

BIOGRAFIA: EVA TODOR




A judia Eva Todor chama-se Eva Todor Nolding. Nascida na Hungria em 1921, foi filha única de Alexandre e Gisela. Alexandre era comerciante, mas toda a família era de doutores; um tio de Eva dedicou-se ao teatro e quando foi para a América do Norte escreveu para o cinema entre outros sucessos, “A vida começa aos 40” e “Tampico”. Eva acha que essa é a veia artística que lhe foi doada. Ainda na Hungria, com apenas quatro anos de idade, seu pai a matriculou na Opera Real da Hungria. Depois a família se mudou para o Brasil e foram morar em São Paulo. Logo Eva começou a estudar balé e, como a colonia húngara era muito grande, com oito ou nove anos, a garota era uma coqueluche. Loura, linda e muito graciosa, foi assim que a viu o diretor de teatro e cinema, Oduvaldo Viana. Ele a convidou para uma apresentação no Teatro Municipal de São Paulo, que foi um sucesso.
Depois a menina foi contratada por Francisco Serrador, e fazia aparições ao vivo, nos cinemas, depois das sessões. Era uma atração máxima. Assim fez em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Já no Rio, para onde a família se transferiu, Eva Todor foi matriculada no Teatro Municipal, e foi aluna da famosa professora Maria Oleneva. Foi na Companhia Dulcina de Morais que a garota foi fazer teste para teatro. Teve, porém, uma grande barreira: o idioma. E, após chorar muito, pois só tinha 12, 13 anos, e ficou desesperada, aceitou participar de uma “burleta”, teatro musicado, no Teatro Recreio. Aí se deu sua estréia como profissional. Logo conheceu Luiz Iglesias, escritor de peças teatrais, que se encantou com a menina. E, após alguma recusa, Eva acabou gostando dele e casando-se. Estava com catorze anos de idade. Fez também peças de Cesar Ladeira, Mario Lago, e todos os jovens escritores da época. E era sempre sucesso. Mas seu maior momento foi em “Feia” de Paulo Magalhães. Era a Companhia Luiz Iglesias. Um ano depois já foi instituida a “Companhia Eva e Seus Artistas”. Sucesso atrás de sucesso. Casas cheias sempre. E eva conseguiu lançar muitos atores, que depois vieram a ser estrelas nacionais, como Daniel Filho, Herval Rossano, Jardel Filho, Jorge Dória, Elza Gomes, e muitos outros. E, naquele tempo os teatros viviam só de suas bilheterias, não tinham subvenções ou apoio de ninguém. O casamento de Eva e Luiz Iglesias foi perfeito por vinte e dois anos, quando ele veio a falecer. A moça muito sofreu, mas continuou seu trabalho e dois anos depois casou-se com o engenheiro químico Paulo Nolding, que largou tudo para ser seu empresário. Com ele Eva foi casada vinte e cinco anos, mas ele também morreu. E mais uma vez Eva Todor ficou sozinha. Era ainda muito nova, mas não voltou a se casar ou se envolver com ninguém, agora para sempre. Sua carreira de eternos sucessos, em que esteve por vinte anos apenas no Teatro Senador, no Rio, teve também várias temporadas no exterior. Eva fez muito sucesso em Portugal, onde esteve por várias vezes, numa das quais, ficou quase três anos em cartaz, sempre com casas lotadas. E para lá Eva Todor levou seu elenco, tudo por sua conta. Havia, há muito tempo, criado o “gênero Eva Todor”, um misto de graça, música, piada, e muita doçura, que agradava sempre. 







Na televisão Eva começou em 1957, quando ainda era casada com Luiz Iglesias, que para ela criou o seriado “Aventuras de Eva”, que aconteceu antes de “Alô Doçura”, mas que tinha mais ou menos a mesma linha. Depois, por orientação de seu marido Paulo Nolding, fez papéis mais fortes, de personagens mais velhos. Fez: Ä Carta”, fez “Senhora da Boca do Lixo”, fez “Em Família”, sempre com casas lotadas. E na televisão, após a TV Tupi, só bem mais tarde voltou a trabalhar. E isso aconteceu na TV Globo. Começou em “Locomotivas”, mas ainda continuava em teatro. Fez “Top Model”. Até que o muito querido diretor geral Boni a chamou e a registrou como funcionária. Eva ficou feliz demais, pois estava sozinha, sem marido, sem filhos, sem ninguém. “Agora você é a nossa Eva”, disse-lhe ele. E dali nunca mais Eva saiu. Faz todos os papéis, em que é escalada, e quer bem a todos, pois todos a amam também. Respeito, integridade, profissionalismo, arte, muita arte, é o que mantém Eva Todor eternamente no topo do cenário artístico nacional. Se aos quatro estava num palco, se aos catorze se casou, agora que é uma mulher madura, nada se modificou para ela. Sua personalidade a faz ímpar, “empelicada”, diferente, acima do bem e do mal. Ela é a mesma de sempre. Eva Todor, sua maneira de representar, seu leve sotaque, sua beleza eterna são, realmente, uma dádiva divina. E falar com ela é estar por um instante no céu.

BIOGRAFIA: BERTA LORAN



A judia Berta Loran (Varsóvia, Polônia, 23 de março de 1926, Polônia) é uma comediante e atriz brasileira. Em 1939, Berta Loran mudou com a família para o Brasil dias antes da invasão alemã. Estreou no cinema em 1955, no período das chanchadas brasileiras, pelas mãos do mestre Watson Macedo em Sinfonia Carioca. Nos dois filmes seguintes, Papai Fanfarrão e Garotas e Samba, é dirigida pelo outro grande diretor de chanchadas, Carlos Manga.

Na década de 60, fez o programa Oh, que delícia de show, onde apresentou-se, em um show memorável, com Cy Manifold num dueto de sapateado.

Berta Loran faz carreira na televisão em programas humorísticos como Balança Mas Não Cai, Planeta dos Homens , Escolinha do Professor Raimundo e Zorra Total.

Em 1984 surpreendeu público e crítica com sua performance de atriz em Amor Com Amor se Paga, de Ivani Ribeiro, na Rede Globo, em que faz dobradinha histórica com Ary Fontoura.

A atriz marca presença no cinema brasileiro nas décadas de 50, 60 e 70, atuando em filmes, além dos citados, de Eurípedes Ramos, Fauzi Mansur e Roberto Pires.

Acaba de estrear no elenco do filme Polaróides Urbanas, de Miguel Falabella.
2008 - Pela primeira vez trabalha junto com Bemvindo Sequeira, na comédia "Pais Criados , Trabalhos Dobrados". Teatro Vanucci, Rio. Autoria de Moacyr Veiga que também compõe o elenco.

BIOGRAFIA: NATHALIA TIMBERG



A atriz judia Nathalia Timberg nasceu no Rio de Janeiro em 05 de agosto de 1929. Atriz de grande talento, marcou sempre sua carreira pela diversidade de atuações, e de emissoras em que esteve. Sua voz marcante já era conhecida no seu primeiro grande papel na TV Tupi, na novela “O Direito de Nascer”, em 1964.
Depois fez dois filmes e uma novela na TV Record: “O Desconhecido”. Passou a seguir pela TV Paulista, TV Globo, quando atuou em “A Rainha Louca”. Chegou à TV Excelsior e fez entre outras, as novelas de muito sucesso: “A Muralha”, “O Terceiro Pecado”, “Vidas em Conflito”, “Dez Vidas”, “Sangue do Meu Sangue”. Sempre encontrando tempo para atuar em cinema, tendo feito “Society em baby-doll” e “O Homem que Comprou o Mundo”. Na década de 70, intercalou atuações na TV Record, onde fez várias novelas,na TV Tupi, com: “Divinas e Maravilhosas”, “Cara a Cara”, e na Rede Globo de Televisão.. Fez também várias novelas na TV Cultura e na TV Manchete, tendo atuado, entre outras, na novela “Pantanal”, de imenso sucesso. Depois voltou-se praticamente só para a TV Globo, onde fez: “O Dono do Mundo”, “Mulheres de Areia”, “Zazá”, “Porto dos Milagres”, “Quinto dos Infernos”, e “Celebridade”. Mas isso não quer dizer que não tenha estado em outras emissoras. Atriz sempre procurada pelos profissionais e sempre aplaudida pelo público, continua apresentando-se em teatro, sempre com sucesso. Apareceu também na novela; "Páginas da Vida", de Manoel Carlos.