Mostrando postagens com marcador Filmes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filmes. Mostrar todas as postagens

27 de março de 2024

A VIDA IMITA A ARTE: SKINHEAD DO FILME "AMERICAN HISTORY X" TORNA-SE JUDEU APÓS DESCOBERTA DE DNA


Frank Meeink (dir.) inspirou o personagem skinhead do ator Edward Norton (esq.) no filme “American History X"

O neonazista na vida real que inspirou o personagem skinhead de Edward Norton em “American History X” revelou que agora é um judeu praticante depois de mudar sua vida e descobrir sua herança judaica por meio de testes de DNA. Frank Meeink, 48 anos, tornou-se líder de um grupo violento de ultradireita no início da década de 1990, torturando inimigos que atrapalhavam sua tentativa de fomentar uma guerra racial.

9 de março de 2019

FILME (1999): CENA EM QUE A MÚMIA FALA HEBRAICO PORQUE CONVIVEU COM OS ESCRAVOS HEBREUS NO EGITO ANTIGO


As filmagens começaram em Marrakech, Marrocos, em 4 de maio de 1998, e duraram 17 semanas, a equipe teve de suportar desidratação, tempestades de areia e cobras enquanto filmava no Saara

A Múmia (no original em inglês, The Mummy), é um filme de aventura estadunidense de 1999 escrito e dirigido por Stephen Sommers e estrelado por Brendan Fraser, Rachel Weisz, John Hannah e Kevin J. O'Connor, com Arnold Vosloo no papel-título como a múmia reanimada. É uma refilmagem solta do filme de 1932 de mesmo nome estrelado por Boris Karloff no papel-título. Originalmente destinado a ser parte de uma série de terror de baixo orçamento, o filme acabou por ser transformado em um filme blockbuster de aventura. Faz parte da franquia de filmes "A Múmia".

30 de janeiro de 2018

14 de fevereiro de 2013

FILME: O ANO EM QUE MEUS PAIS SAÍRAM DE FÉRIAS




O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias é um filme brasileiro de 2006, do gênero drama, dirigido por Cao Hamburger. Oroteiro, que levou quatro anos para ser concluído, foi escrito por Cao HamburgerAdriana Falcão, Claudio Galperin, Anna MuylaertBráulio Mantovani. E estrelado por Michel Joelsas e Germano Haiut. Foi distribuido no Brasil por Buena Vista International.

Sinopse:

Em 1970, Mauro é um garoto de doze anos, que adora futebol e jogo de botão. Um dia, sua vida muda completamente, já que seus pais saem de férias de forma inesperada e sem motivo aparente para ele. Na verdade, os pais de Mauro foram obrigados a fugir por serem militantes da esquerda, os quais eram perseguidos pela ditadura militar, e por essa razão decidiram deixá-lo com o avô paterno. Porém, o avô falece no mesmo dia que Mauro chega em São Paulo, o que faz com que Mauro tenha que ficar com Shlomo, um velho judeu solitário que é seu vizinho. Enquanto aguarda um telefonema dos pais, Mauro precisa lidar com sua nova realidade, que tem momentos de tristeza pela situação em que vive e também de alegria, ao acompanhar o desempenho da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970.

Produção:

roteiro de O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias levou 4 anos até ser concluído. Foi realizada uma pesquisa com mais de mil crianças, para a seleção dos intérpretes dos personagens pré-adolescentes do longa-metragem. O filme é semi-autobiográfico: os pais do diretor, físicos e professores da Universidade de São Paulo, foram brevemente detidos pelos militares no mesmo ano de 1970, acusado de dar apoio a "subversivos". O casal de cinco crianças --- incluindo Cao Hamburger, o diretor, que tinha 8 anos - ficaram sob os cuidados de seus avós, um judeu e um católico italiano.

Elenco:

·         Michel Joelsas como Mauro
·         Germano Haiut como Shlomo
·         Daniela Piepszyk comoHanna
·         Caio Blat como Ítalo
·         Paulo Autran como Mótel
·         Simone Spoladore como Bia
·         Eduardo Moreira como Daniel
·         Liliana Castro como Irene
·         Felipe Braun como Caco
·         Haim Fridman como Duda

Critica:

longa-metragem recebeu críticas em sua maioria positivas. Baseado em 52 comentários recolhidos do website Rotten Tomatoes, 83% dos críticos deram ao filme uma avaliação positiva, com uma classificação média de 7.1 de 10. Deborah Young da Variety elogiou o filme como "sensível, delicada e envolvente", passando a dizer que "Cao Hamburger não sente necessidade (nem há) para sublinhar o óbvio. Ele tem a habilidade de um mágico para manter a luz história e crível". Ela também observa que "a parte humorística central do roteiro é desprovido de surpresas".

Bilheteria:

O filme de Cao Hamburger, atraiu mais de 70 mil espectadores aos cinemas, em sua semana de estréia, no total de 188 mil – onde desembarcou com 68 cópias. O filme foi relatado em alguns sites como uma bilheteria modesta.

Prêmios e Indicações:

O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias recebeu uma menção honrosa do júri da 30ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O longa foi destacado por “sua realização visual e pela capacidade não apenas de criar uma atmosfera de época, mas também de traduzir o sentimento coletivo daquele período”. O filme ainda dividiu com “Antônia’’ o prêmio Petrobrás Cultural de Difusão de melhor longa brasileiro de ficção.

Premiações indicações:

·         Prêmio do Público - 2006 Rio de Janeiro International Film Festival
·         Melhor Filme - 2006 São Paulo International Film Festival
·         Prêmio do Público - 2007 Festival Internacional de Cinema de Lima, Peru
·         Prêmio Especial do Júri - 2006 São Paulo International Film Festival
·         Melhor Fotografia - 2007 Prêmio Cinematografia ABC
·         Melhor Direção de Arte - 2007 Prêmio ABC de Cinematografia
·         Melhor Intérprete Young - 2007 Young Artist Awards
·         Melhor Edição - 2007 Prêmio ABC de Cinematografia
·         Melhor Som - 2007 Prêmio ABC de Cinematografia
·         Melhor Roteiro - 2007 da Associação Paulista de Críticos de Arte Prêmios
·         Golden Bear (nomeado) - 2007 Festival Internacional de Berlim

FILME: A ESCOLHA DE SOFIA (SOPHIE’S CHOICE)




Sophie's Choice (A Escolha de Sofia) é um filme norte-americano de 1982, do gênero drama, dirigido e roteirizado por Alan J. Pakula e baseado no romance de 1979 de William Styron. Trata do dilema de "Sofia", uma mãe polonesa, filha de pai anti-semita, presa num campo de concentração durante a Segunda Guerra e que é forçada por um soldado nazista a escolher um de seus dois filhos para ser morto. Se ela se recusasse a escolher um, ambos seriam mortos. Essa história dramática é contada em 1947 ao jovem "Stingo", um aspirante a escritor e que vai morar no Brooklyn, na casa de "Yetta Zimmerman", onde ele acaba tendo Sofia como sua vizinha.

Elenco principal:
·         Meryl Streep: Sofia Zawistowski
·         Kevin Kline: Nathan Landau
·         Peter MacNicol: Stingo
·         Rita Karin: Yetta
·         Stephen D. Newman: Larry
·         Greta Turken: Leslie Lapidus
·         Josh Mostel: Morris Fink
·         Marcell Rosenblatt: Astrid Weinstein
·         Moishe Rosenfeld: Moishe Rosenblum
·         Robin Bartlett: Lillian Grossman
·         Eugene Lipinski: professor polonês

Principais prêmios e indicações:
Oscar 1983 (EUA)
·         Venceu na categoria de melhor atriz (Meryl Streep).
·         Indicado nas categorias de melhor fotografia, melhor figurino, melhor trilha sonora original e melhor roteiro adaptado.
BAFTA 1984 (Reino Unido)
·         Indicado na categoria de melhor atriz (Meryl Streep) e melhor ator estreante (Kevin Kline).
Academia Japonesa de Cinema 1984 (Japão)
·         Indicado na categoria de melhor filme estrangeiro.
Globo de Ouro 1983 (EUA)
·         Venceu na categoria de melhor atriz - drama (Meryl Streep).
·         Indicado nas categorias de melhor filme - drama e novo astro do ano em cinema (Kevin Kline).
Prêmio NSFC 1983 (National Society of Film Critics Awards, EUA)
·         Venceu na categoria de melhor atriz (Meryl Streep).
Prêmio NYFCCA 1982 (New York Film Critics Circle Awards, EUA)
·         Venceu nas categorias de melhor atriz (Meryl Streep) e melhor fotografia (Néstor Almendros).

27 de setembro de 2008

OS JUDEUS DE NILÓPOLIS - RJ

Documentário descortina o processo de colonização polonesa na cidade da Baixada Fluminense, após 1920

Jornal do Brasil - Histórias que devem ser contadas - Ricardo Schott



Autora do livro Vivência judaica em Nilópolis (Imago), a polonesa Esther London, morta em 2007 aos 92 anos, é um dos fios condutores do documentário Judeus em Nilópolis, do jornalista Radamés Vieira, ainda sem data de lançamento. O vídeo conta a história de 300 famílias judias que se estabeleceram no município da Baixada Fluminense a partir de 1920. As famílias, incluindo a de Esther (que foi para lá assim que se casou, com um polonês, no Brasil), mesmo passando por sérias dificuldades financeiras, praticamente desbravaram o município, montando uma numerosa comunidade e até construindo uma sinagoga, a Tiferet Israel, fechada desde 1970.

– Um dos objetivos do documentário é chamar a atenção do poder público para a necessidade da preservação dessa sinagoga. É um prédio histórico, completamente abandonado – diz Vieira, orgulhoso de ter conseguido entrevistar Esther a tempo. – Ela me inspirou muito, tinha uma memória fantástica. Falou a respeito da chegada dos judeus ao Brasil, das coisas que não existiam na Polônia. E eles foram responsáveis pelo começo da urbanização do município.

Filho de Esther, o engenheiro Pedro London lembra, saudoso, da comunidade.

– Lá se falavam quatro línguas: português, polonês, hebraico e iídiche. E havia detalhes singulares – recorda. – Hoje não há judeus sapateiros ou mecânicos. Havia vários, até porque a profissão de sapateiro era valorizada na Polônia. E ainda havia convivência entre imigrantes judeus e árabes, que também viviam na região.

A colonização em Nilópolis ocorreu quando já havia vários judeus em locais centrais do Rio, como a Praça 11. Também havia judeus em bairros como Madureira e Méier. Mas o município da Baixada Fluminense tornou-se o epicentro dos imigrantes. Boa parte deles vinha da Polônia, numa época em que a Rússia czarista perseguia a população judaica. Eles se estabeleceram nos arredores da Avenida General Mena Barreto, no Centro de Nilópolis.

– A Praça 11 já estava superlotada. E os terrenos em Nilópolis eram baratos. Além disso, pela linha férrea, era o primeiro município após o Rio – diz o diretor, que promoveu um encontro de ex-moradores judeus da cidade (alguns já morando em Israel há décadas) que começava com uma viagem de trem. – Também lançamos em português o livro Novos lares, editado em íidiche em 1932 por Adolfo Kischinevisky, que morava em Nilópolis. O livro foi traduzido pela Sara Morelenbaum, mãe do (violoncelista) Jaques.

Vieira, que não é judeu, mas morava em Nilópolis na época em que a cidade era habitada por muitos judeus, pôs-se a correr atrás de personagens. Entre telefonemas e viagens internacionais, reencontrou amigos de infância, como Chaim Litewski, hoje jornalista em Nova York, e descobriu que pessoas conhecidas, como a atriz Teresa Rachel e o secretário municipal de Saúde, Jacob Kligerman, são judeus de Nilópolis.

– Com exceção de poucos, os judeus não têm relação com a cidade desde os anos 70 – lembra Vieira. – Hoje ficaram só a sinagoga e o cemitério comunal Israelita de Nilópolis, construído em 1935.

Vieira, que teve apoio financeiro do Centro da Cultura Judaica (da Casa de Cultura de Israel), aguarda a finalização do documentário. Já foram gastos R$ 100 mil na realização e faltam R$ 50 mil terminá-lo. Ele crê que o filme pode servir para dirimir lugares-comuns.

– Os judeus progrediram, sim. Mas, no Brasil, tiveram toda uma história de luta, que as pessoas não conhecem – conta.

07 de julho de 2008 : 01h00m.

13 de setembro de 2008

FILME: O JUDEU




O filme brasileiro O Judeu conta a saga do artista e sua familia após seu julgamento pelo Tribunal do Santo Ofício, em Lisboa, para onde os infiéis eram levados. Antônio José e o irmão André tornam-se estudantes da prestigiada Universidade de Coimbra, até que, quando o jovem completa 21 anos, novamente sua família é acusada de judaísmo. E, mais uma vez, a mãe, os irmãos e ele próprio enfrentam a prisão e a tortura das autoridades eclesiásticas, sendo porém colocados em liberdade, por falta de provas.

Ficha Técnica
Título Original: O Judeu
Gênero: Drama
Duração: 85 min.
Lançamento (Brasil): 1986/1995
Distribuição: Riofilme
Direção: Jom Tob Azulay
Roteiro: Geraldo Carneiro, Millor Fernandes e Gilvan Pereira
Produção: Tatu Filmes, A&B Produções, animatógrafo Produção de Filmes e Metrofilme Actividades Cinematográficas
Música: Ruy Luis Pereira
Fotografia: Eduardo Serra
Direção de Arte: Adrian Cooper
Figurino: Maria Gonzaga
Edição: Ruy Guerra, José Manuel Lopes, Pedro Ribeiro e Branco Neskow Elenco
Felipe Pinheiro (Antonio José da Silva)
Dina Sfat (Lourença Coutinho)
José Lewgoy (Cardeal D. Nuno da Cunha)
Mário Viegas (D. João V)
Fernanda Torres (Brites Cardoso)
José Neto (D. Marcos)
Edwin Luisi (Alexandre de Gusmão)
Ruy de Carvalho (Padre Pantoja)
Curado Ribeiro (D. Antonio)
Cristina Aché (Leonor de Carvalho)
Fábio Junqueira (Luís Barbuda)
Rogério Paulo (Promotor)

Curiosidades
- Inspirado na história real de Antônio José da Silva, advogado, poeta e o mais celebre autor teatral de Portugal do século XVIII, nascido no Brasil, de origem judaica e convertido ao cristianismo sob pressão da inquisição

- Iniciado em 1987 e concluído somente em 1996.

- Neste período, sete atores faleceram, entre eles Felipe Pinheiro, Dina Sfat, Mário Viegas, Curado Ribeiro e Rogério Paulo.

- Apoio: Ministério da Cultura do Brasil/Embrafilme e Instituto Português de Arte Cinematográfica e Audiovisual/IPACA.