23 de junho de 2024

Modelo Daniella Sarahyba mostra cerimônia da filha mais velha em tradição judaica no Rio de Janeiro (RJ)


A cerimônia aconteceu na Associação Religiosa Israelita (ARI), no Rio de Janeiro (RJ). A modelo compartilhou registros cliques da iniciação religiosa da filha ao lado do pai Wolff Klabin e irmãos, Rafaela e Armando

Daniella Sarahyba mostrou fotos do Bat Mitzvah de sua filha mais velha, Gabriela, de 12 anos, fruto de seu casamento com o empresário Wolff Klabin. Nas redes sociais, ela compartilhou alguns registros ao lado da família durante a celebração tradicional judaica. Bar-mitzvá (filho da lei ou do mandamento em hebraico) é a transição mais importante na vida de um judeu, que acontece quando o menino completa 13 anos e a menina 12. Segundo o judaísmo, a partir dessa idade, os adolescentes alcançam a maioridade na tradição da religião.

Curiosidade: Quantas sinagogas existem no Rio de Janeiro (RJ)?


Em 2015, O jornal Jerusalém Post, um dos mais influentes de Israel, deu destaque ao número recorde de judeus brasileiros imigrando para o Estado judeu


Atualmente, com 24 mil judeus, a cidade do Rio de Janeiro tem 24 sinagogas em funcionamento. Entre as quais apenas duas não são de denominação ortodoxa: a Associação religiosa Israelita (ARI) e a Congregação Judaica Brasileira (CJB).

2015: Judeus no mundo aproximaram-se de número antes do Holocausto


Os nazistas e seus colaboradores assassinaram 6 milhões de judeus durante o Holocausto


Jerusalém - Em 2015, a população mundial de judeus quase alcançou o patamar anterior ao Holocausto, segundo um grupo de estudo de Israel. Atualmente, há aproximadamente 14,2 milhões de judeus espalhados pelo mundo, segundo o informe anual do Instituto de Política do Povo Judeu.

13 de junho de 2024

CARTA AOS JUDEUS - RABINO NILTON BONDER (CONGREGACAO JUDAICA DO BRASIL) CJB-RJ


Sinagoga da Congregação Judaica do Brasil (CJB) no Rio de Janeiro (RJ)


Escrevo esta carta com um senso de responsabilidade. Tenho perto de três décadas de serviço à comunidade judaica brasileira e acredito ser o rabino mais sênior em tempo de serviço ainda na ativa. Sou sem dúvida o mais sênior dos rabinos natos brasileiros ininterruptamente nesta função.

1 de junho de 2024

JACOB E ISRAEL: OS DOIS NOMES DO NOSSO PATRIARCA


Um dos episódios mais enigmáticos e místicos da Torá é o confronto entre nosso Patriarca, prestes a retornar à terra prometida por D’us a ele e a seus descendentes após mais de duas décadas, com um anjo

O Povo Judeu é também conhecido como os Filhos de Israel (Bnei Israel) ou como o Povo de Israel (Am Israel), e o Estado Judeu é chamado de Estado de Israel (Medinat Israel). O nome "Israel" foi concedido pelos Céus ao nosso terceiro Patriarca Jacob - filho de Isaac e neto de Avraham -, significando uma mudança profunda tanto em sua própria vida quanto na de seus descendentes. Como registrado na Torá, - "E D’us lhe disse: 'Teu nome é Jacob, mas não serás mais chamado Jacob, e sim Israel será teu nome. E chamou seu nome Israel.'" (Gênesis 35:10).

OS FILHOS DE ISRAEL E O ESTADO DE ISRAEL


Diferentemente de Avraham e Sarah, que passaram por uma mudança de nome, Jacob não teve seu nome original alterado. Em vez disso, recebeu um novo nome, Israel, enquanto também manteve seu nome de nascimento, Jacob

A expressão “os atos dos pais são um sinal para os filhos” (Maaseh Avot Siman L’Banim) origina-se dos ensinamentos de Rabi Moshé ben Nachman, também conhecido como o Ramban ou Nachmânides – um cabalista medieval e um dos maiores Sábios da história judaica, que escreveu um comentário clássico sobre os Cinco Livros da Torá.

DIÁSPORA JUDAICA: PERSEGUIÇÃO E ÊXODO DOS JUDEU DOS PAÍSES ÁRABES


Não há como negar que a expressão “refugiados do Oriente Médio” só traz à mente os palestinos. Entretanto, após a independência de Israel, foram deslocadas populações tanto de árabes quanto de judeus


Durante mais de 2.500 anos, os países do Oriente Médio e do norte da África abrigaram judeus. No entanto, nas últimas seis décadas, mais de 99% deles foram obrigados a deixar as nações muçulmanas, de ambas as regiões, de forma que, atualmente, não chegam a quatro mil os que lá permanecem. O drama desses refugiados, a discriminação, as perseguições e a violência que sofreram é uma história pouco conhecida.