25 de julho de 2021

PREFEITURA DE NILÓPOLIS (RJ) MAPEIA CULTURA JUDAICA NO MUNICÍPIO


Esse projeto se iniciou no ano de 2019 com o objetivo de restaurar um importante patrimônio histórico e cultural da cidade, localizada na Baixada Fluminense (RJ)

A comissão de restauro da Sinagoga Tiferet Israel (A Beleza de Israel, em hebraico), em parceria com a Faculdade Rural de Nova Iguaçu, estão promovendo o mapeamento da cultura judaica em Nilópolis (RJ) e em outros municípios da Baixada Fluminense, atual região turística Baixada Verde.

Esse projeto se iniciou no ano de 2019 com o objetivo de restaurar um importante patrimônio histórico e cultural da cidade. Está sendo elaborado uma pesquisa sobre as memórias judaicas da Baixada Fluminense por meio de projeto da UFRRJ, intitulado: Recuperação do Patrimônio Cultural de Nilópolis: Sinagoga Tiferet Israel.

A fim de conhecer as expressões e marcas judaicas na região, foi feito um pequeno esboço que tem o intuito de levantar dados sobre a história, os monumentos, fatos, lugares e memórias da presença judaica. A Prefeitura de Nilópolis, através da Comissão de Restauro da Sinagoga conta com sua colaboração nesse levantamento memorial.

Segue o link para inscrição: https://forms.gle/4vd6eYPbzbiBw9CJ6 

. Fonte:

https://nilopolis.rj.gov.br/site/prefeitura-de-nilopolis-mapeia-cultura-judaica-no-municipio/

DIRETOR DA CERIMÔNIA DE ABERTURA DA OLIMPÍADA 2021 É DEMITIDO POR PIADA SOBRE O HOLOCAUSTO


"Nós descobrimos que Kobayashi (foto), em sua própria performance, usou uma frase ridicularizando uma tragédia histórica", revelou Seiko Hashimoto, presidente do Comitê Organizador

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Tóquio demitiu o diretor da cerimônia de abertura por causa de uma piada sobre o Holocausto que ele fez durante um show de comédia em 1998. Kentaro Kobayashi deixou o cargo nesta quinta-feira (22), na véspera do evento.

OLIMPÍADAS 2021: JUDOCA ARGELINO DESISTE DOS JOGOS OLÍMPICOS PARA EVITAR CONFRONTO COM OPONENTE ISRAELENSE


Fethi explicou que se recusou a participar da Olimpíada porque poderia encarar um rival de Israel e tem "simpatia" pelo povo da Palestina

O judoca argelino Fethi Nourine decidiu abandonar os Jogos Olímpicos de Tóquio. O atleta desistiu de lutar no Japão para evitar o confronto com Tohar Butbul, oponente de Israel que enfrentaria na segunda rodada da categoria até 73kg caso passasse por Mohamed Abdalrasool, do Sudão, na primeiro embate.

OLIMPÍADAS 2021: BRASILEIRO SUPERA JUDOCA ISRAELENSE E CONQUISTA O BRONZE NA CATEGORIA DE ATÉ 66 KG


Daniel Cargnin superou adversário e trouxe a segunda medalha para o Brasil

O judoca Daniel Cargnin conquistou, neste domingo (25), a medalha de bronze na categoria meio-leve (até 66 kg) dos Jogos Olímpicos de Tóquio, ao vencer o israelense Baruch Shmailov por wazari. Com este resultado, o judô brasileiro mantém a tradição de subir ao pódio em todas as edições olímpicas desde Los Angeles/1984. São 23 no total.

11 de julho de 2021

ONG FROIEN FARAIN ARRECADA FUNDOS COM "RIFA DO ZICO"


O primeiro prêmio a ser sorteado será a Rifa do Zico, que também é apoiador do projeto

A Sociedade Beneficente Froien Farain, localizada no bairro da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), acaba de lançar sua página de rifas solidárias. A novidade tem como objetivo ajudar a arrecadar e manter um fundo financeiro para dar suporte ao trabalho assistencial da instituição.

O MÊS DE TISHÁ B'AV E O RETORNO DOS JUDEUS À JERUSALÉM


O Arco de Tito, em Roma, retratando o saque da Menorá do Templo em Jerusalém, levada ao Forum Romano. O monumento foi erguido em 81 E.C., homenageando a conquista de Jerusalém e a destruição do Templo Sagrado (O Beit HaMigdash) 

Tishá b’Av, o nono dia do mês de Av, foi a data em que tombaram o primeiro e o segundo Templo de Jerusalém. Por 2 mil anos, o Povo Judeu orou pelo rápido cumprimento das palavras dos Profetas, que profetizaram nosso retorno à Terra de Israel e Jerusalém. Atualmente, essas profecias não mais constituem um sonho, MAS uma realidade.

4 de julho de 2021

REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO (SP): UM ABC PAULISTA E JUDAICO


Os pergaminhos da Torá da Sinagoga de Santo André (SP). Destaque: As belas coroas que emolduram a cobertura da Torá 

Sem temer as dificuldades de uma terra nova, em tudo diferente de suas aldeias na Europa, os judeus enfrentaram a distância, reinventaram-se e estabeleceram suas comunidades, desbravando cidades do interior de São Paulo, para onde os levava a linha férrea do estado. Dessa época são as comunidades judaicas de Santo André, São Bernardo e São Caetano, de onde provêm tantos homens e mulheres que se destacaram em vários campos da vida brasileira.