7 de dezembro de 2019

VOCÊ SABIA QUE MUITOS BRASILEIROS SÃO DESCENDENTES DE JUDEUS?


Em 1499, já quase "não havia" mais judeus em Portugal, pois estes agora tinham uma outra denominação: eram os cristãos-novos

Um povo para ser destacado dentre as nações precisa conhecer sua identidade, buscando profundamente suas raízes. Os povos formadores do tronco racial do Brasil são perfeitamente conhecidos, como: o índio, o negro e o branco, destacando o elemento português, nosso colonizador. Mas, quem foram estes brancos portugueses? Pôr que eles vieram colonizar o Brasil ? Viriam eles atraídos só pelas riquezas e Maravilhas da terra Pau-Brasil ? A grande verdade é que muitos historiadores do Brasil colonial ocultaram uma casta étnica que havia em Portugal denominada por cristãos-novos, ou seja, os Judeus! Pôr que? (responder esta pergunta poderia ser objeto de um outro artigo).

OPINIÃO: “NOSSA ELITE É MAIS GRINGA QUE PARECE” - PELO BLOGGER PAULO ROGÉRIO


Um dos primeiros questionamentos apresentados pelo estudo é sobre o que é ser judeu. A identidade judaica deveria ser definida pela religião, pela etnia ou pela cultura?

Existem informações que de tão óbvias tornam-se desconhecidas. O sucesso da imigração no Brasil é uma delas. Tomemos, por exemplo, os judeus. Vindos basicamente entre os anos de 1926 a 1942, oriundos de duas ramificações diferentes: os Sefarditas, da península ibérica e os Askenazis que fugiam das ditaduras do leste europeu e do nacional-socialismo de Hitler. Os judeus chegaram ao Brasil, por coincidência, em um ambiente favorável à diversidade religiosa (desde que não fosse africana) e, sobretudo, numa época onde se buscava embranquecer o país. Como se enquadravam no padrão estético requerido, sobretudo os Azkenazis (caucasianos convertidos a fé judaica) se adaptaram e formaram uma das mais prósperas “comunidades étnicas” no seio da sociedade brasileira.

6 de dezembro de 2019

HOLOCAUSTO (שואה): A HISTÓRIA DE IRENA SENDLER


Irena nasceu em 15 de fevereiro de 1910, em Otwock, cidade próxima a Varsóvia, Polônia, filha única do casal Krzyzanowski

Mesmo quando dormia, irena não conseguia esquecer. Em sonhos, ela se via tirando uma criança, que chorava desesperadamente, dos braços da mãe que lhe perguntava: 'jura que meu filho se salvará?' Responsável por salvar 2.500 crianças do gueto de Varsóvia, irena jamais esqueceu aqueles terríveis momentos em que era obrigada a separar os filhos de seus pais. Irena Sendler faleceu no dia 12 de maio último, aos 98 anos. Jamais se considerou uma heroína. Pelo contrário. Quando alguém mencionava sua coragem, respondia: "Continuo com a consciência pesada de ter feito tão pouco"...

4 de dezembro de 2019

RECEITAS TÍPICAS DA COZINHA JUDAICA


Quando os romanos expulsaram os judeus da Palestina, no século I d.C., estes últimos se dispersaram por muitos lugares do mundo, e tiveram que se adaptar às diferentes formas de vida da diáspora

A culinária judaica é uma das mais saborosas e variadas que existem. Originalmente, essa cozinha enfatizava os sete elementos bíblicos citados no Deuteronômio: a cevada, o trigo, a azeitona, o figo, a romã, a tâmara e as ervas. E, alguns milênios atrás, as comidas eram rústicas, elaboradas pelas mãos de camponesas judias, que foram transmitindo as receitas para suas filhas, como uma das formas de manter a identidade.

3 de dezembro de 2019

O "CASO DREYFUS" E EDGARD DEGAS


O caso Dreyfus ocorre em uma França derrotada na guerra franco-prussiana (1870-71), que deixou em seu rasto uma forte crise econômica, tensões sociais e confrontos políticos

No final do século 19, a França ficou convulsionada pelo “Affaire Dreyfus”. Um oficial judeu do Estado Maior, Alfred Dreyfus, havia sido condenado por alta traição. O “Affaire” dilacera a opinião pública, dividida entre os dreyfusards, que defendiam sua inocência, e os antidreyfusards, que acreditavam em sua culpa. intelectuais, escritores e artistas franceses também se posicionaram. E um dos mais ferrenhos antidreyfusards foi Edgar Degas.

1 de dezembro de 2019

CABALÁ (קבלה): SEMPRE HÁ JEITO


Não podemos esperar a Luz nos chamar e nos ajudar. Nós erramos, nós mesmos temos que corrigir

O lado negativo tenta nos convencer de que para certas coisas que fizemos não há volta. É mentira. Sempre dá para voltar, como nos mostra a seguinte história: Quatro sábios espirituais, Rabi Akiva, Ben Zoma, Ben Azai e Elisha ben Avuya (Acher), entraram no PARDES, o jardim metafísico. Queriam corrigir os planos espirituais e trazer a Era Messiânica.

CABALÁ (קבלה): DOR É UM PONTO - SOFRIMENTO UMA LINHA


Dor é bom. Sofrimento, todavia, é ruim. Vou explicar:

A menor unidade geométrica é um ponto. Uma sequência de pontos forma uma linha. A dor é como um ponto. É uma mensagem, uma campainha que toca para nos avisar que há algo de errado conosco.