22 de março de 2019

POR QUE TANTAS ESTÁTUAS EGÍPCIAS TÊM O NARIZ QUEBRADO?


"A parte danificada do corpo não é mais capaz de fazer o seu trabalho", explicou Bleiberg. Sem nariz, o espírito-estátua deixa de respirar, de modo que o vândalo está efetivamente "matando"

A pergunta mais comum que o curador Edward Bleiberg faz aos visitantes das galerias de arte egípcias do Museu do Brooklyn é direta, mas saliente: por que o nariz das estátuas está quebrado? Bleiberg, que supervisiona as extensivas participações do museu na arte egípcia, clássica e do antigo Oriente Próximo, ficou surpreso nas primeiras vezes que ouviu essa pergunta. Ele tinha dado como certo que as esculturas estavam danificadas; seu treinamento em egiptologia incentivou a visualização de como uma estátua ficaria se ainda estivesse intacta.

CEMITÉRIO ISRAELITA DE EMBU DAS ARTES (SP)


O mais novo cemitério da comunidade judaica de São Paulo foi inaugurado em 2001, num terreno de 50 alqueires

O mais novo cemitério da comunidade judaica de São Paulo foi inaugurado em 2001, num terreno de 50 alqueires, no município do Embu, na Grande São Paulo. Englobando um parque de araucárias que constitui área de preservação ambiental, o campo santo abriga também lagos com peixes ornamentais, sendo um local bucólico, cujas dimensões tranqüilizam a comunidade judaica pelas próximas décadas quanto à necessidade de se adquirir novas áreas para tal finalidade.

17 de março de 2019

O QUE É A "DESCOBERTA DA MATZEIVÁ?"



Cemitério de Vila Rosali (velho), em São Joao de Meriti (RJ)

"Quando o carro da funerária chega ao Cemitério Israelita, o caixão é levado a um quarto reservado que tem um lavatório e uma bancada, e cujas paredes são forradas com azulejos brancos. Ali, o Comitê Fúnebre irá preparar o morto para o sepultamento. As mulheres preparam um corpo feminino e, os homens, um masculino. Em primeiro lugar, retiram o corpo do caixão e o colocam sobre a bancada, onde é lavado com álcool.

SEPULTAMENTO JUDAICO & PERGUNTAS FREQUENTES


Um dos mais antigos cemitérios israelitas do Brasil em Belém (PA)

Da mesma forma que existe um modo de vida judaico, existem, também, rituais a serem seguidos por ocasião da morte.Quando morre um judeu, os familiares devem providenciar seu enterro rapidamente. De acordo com as leis mosaicas, o corpo deve ser sepultado logo que for possível, de preferência no mesmo dia da morte e, também, enquanto houver luz natural: Seu cadáver não poderá permanecer ali durante a noite, mas tu o sepultarás no mesmo dia (Deuteronômio 21:23). Enquanto o morto permanecer insepulto, a sua alma não ficará em repouso. Ela só descansará quando o corpo for enterrado.

PURIM: O FERIADO DIVERTIDO!!


Purim trata de amizade, comunidade e carinho

Purim, celebrado a 14 de Adar, é o dia mais animado e repleto de ação do ano judaico. Há 2.400 anos, Haman, primeiro ministro persa, ordenou o genocídio dos judeus. Seu plano foi frustrado por Esther e Mordechai – e nós celebramos!

15 de março de 2019

A EVANGELIZAÇÃO CRISTÃ DA IDADE MÉDIA NO MÉXICO (INQUISIÇÃO)


"Jesus deu a vida por sua causa. Agora, se você duvidar do que estamos dizendo, nós queimamos você vivo" (Inquisição)

"Jesus ama você.  Ele deu a vida por você. Agora, se você não acreditar no que dizem seus seguidores, ele lançará você no inferno para ser queimado eternamente, e seu sofrimento não terá fim".  Essa foi a mensagem cristã primitiva, um amor divino um tanto estranho. Mas o pior estava por vir: "Jesus deu a vida por sua causa. Agora, se você duvidar do que estamos dizendo, nós queimamos você vivo". (Inquisição)

14 de março de 2019

INFLUÊNCIA JUDAICA NA LÍNGUA PORTUGUESA & HÁBITOS BRASILEIROS


No dia marcado, estavam todos os judeus no porto de Lisboa esperando os navios que não vieram. Todos foram convertidos e batizados à força, em pé. Daí a expressão: “ficaram a ver navios”


. Influência no idioma português:

Apesar da presença judaica por tantos séculos, em Portugal como no Brasil, as perseguições resultaram também em exclusões vocabulares. A maior parte dos hebraísmos chegou ao português por influência da linguagem religiosa, particularmente da Igreja Católica, fazendo escala no grego e no latim eclesiásticos, quase sempre relacionados a conceitos religiosos, exemplos: aleluia, amém, bálsamo, cabala, éden, fariseu, hosana, jubileu, maná, messias, satanás, páscoa, querubim, rabino, sábado, serafim e muitos outros.