18 de maio de 2009

DEVO ME CONVERTER AO JUDAÍSMO?

Esta informação é para aqueles que estão pensando em se converter ao judaísmo. Converter-se ao judaísmo significa aceitar a fé judaica e tornar-se parte integrante do Povo Judeu.



O judaísmo aceita convertidos sinceros. De fato, Abrahão e Sara, os fundadores do Povo Judeu, obviamente não nasceram judeus. Ao longo dos tempos, um sem número de pessoas se converteu ao judaísmo. Atualmente nos EUA, por exemplo, calcula-se que cerca de 300 mil pessoas escolheram aceitar a fé judaica e integrar-se ao Povo Judeu e por volta de 10 mil se convertem todos os anos. Isto significa que cerca de 1 em cada 18 judeus americanos é um Jew by Choice, um judeu por opção. Não há estatísticas a respeito no Brasil, cuja população judaica como um todo está por volta de 120 mil judeus.

Se você também está considerando a possibilidade de se tornar judeu, aqui vão algumas sugestões para que examine esta possibilidade com todo o cuidado, passo a passo.

Reflita por que você pensa em se converter ao judaísmo. As pessoas optam por ser judias por diferentes razões. Alguns ingressaram no judaísmo após uma longa busca espiritual. Outros tiveram o seu interesse despertado por causa de uma relação afetiva ou amorosa com uma pessoa judia. Entre os motivos pelos quais a maioria das pessoas se converte ao judaísmo estão:

(1) O judaísmo tem convicções religiosas sensatas.
(2) Tornar-me judeu permitirá que eu compartilhe a crença do meu marido/esposa.
(3) Tornar-me judeu fará com que a minha família permaneça religiosamente unida.
(4) Tornar-me judeu fará com que seja mais fácil dar aos meus filhos uma identidade religiosa clara.

Reflita sobre as suas próprias razões. Tenha claro que a conversão deve ser feita por sua livre escolha, não por pressão do parceiro(a) judeu (judia) ou dos familiares dele(a), mas graças a um desejo genuíno de abraçar o judaísmo.

Estude o máximo que você puder sobre judaísmo antes de tomar qualquer decisão. Algumas sugestões estão incluídas neste website. Assista a palestras, participe de conferências, faça cursos introdutórios sobre judaísmo oferecidos por diversas instituições e congregações judaicas, converse com seus amigos judeus. Saiba que o judaísmo tem um componente étnico importante. Você estará se unindo a um povo, não apenas a uma religião. Portanto, precisa aprender a respeito dos diferentes aspectos da cultura judaica e sobre Israel.




Veja se as convicções e práticas básicas do judaísmo fazem sentido para você. Entenda, no entanto, que o judaísmo é uma crença fundamentada em ações boas e voluntárias, não em crenças forçadas. O judaísmo se preocupa mais com a prática, ou seja, é mais importante ter postura ética e conduta moral do que simplesmente acreditar em determinados valores. Todos os judeus compartilham a paixão de tornar este mundo um lugar melhor para se viver. É muito difícil oferecer um resumo breve de judaísmo. Contudo, para que você possa começar, eis algumas convicções judaicas gerais mantidas por todos os judeus:

(1) O judaísmo apresentou ao mundo a idéia que D’us é Um, e não muitos. Além disso, Ele é bondoso, amoroso e pessoal. No judaísmo você reza diretamente para D’us e somente Dele pode receber auxílio, orientação e compreensão. Você pode rezar por conta própria e junto a uma comunidade em uma congregação judaica. O judaísmo afirma a idéia de um pacto entre D’us e o Povo Judeu.

(2) O judaísmo não aceita a idéia que as pessoas nascem más. Em vez disso, acredita que as pessoas têm livre-arbítrio para escolher entre o bom e o ruim, entre o certo e o errado.

(3) O judaísmo estimula a liberdade religiosa de pensamento e o questionamento de ordem espiritual.

(4) O judaísmo tem enfatizado, há 4.000 anos, um forte senso familiar e o valor inestimável do pertencimento a uma comunidade.


Vivencie o judaísmo como os judeus o fazem. Visite uma congregação judaica para assistir a um serviço religioso ou a uma cerimônia judaica. Participe de um Sêder de Pessach (Páscoa judaica) ou de um jantar de Shabat na casa dos seus amigos judeus. Embora as práticas rituais variem muito entre as famílias judias que trazem consigo tradições construídas geração após geração pelos quatro cantos do mundo, todos os judeus têm alguns rituais para, por exemplo, celebrar os feriados judaicos e manter a família em um ambiente judaico. Informe-se também sobre uma livraria judaica, museus, centros beneficentes, centros sociais, clubes e assim por diante. Em alguns destes lugares será necessário que você seja acompanhado por algum amigo judeu conhecido da instituição para poder visitá-la, por razões estritamente de segurança (vivenciar o judaísmo é também estar consciente de que existe anti-semitismo, ou seja, ódio aos judeus).


Compartilhe seus pensamentos e sentimentos com seu parceiro(a), seus amigos(as) e principalmente com a sua família. É importante discutir seus sentimentos abertamente. É comum experimentar alguns momentos de dúvida ou medo do desconhecido. Também é fundamental que você permaneça em contato com a sua família. Converter-se ao judaísmo não significa abandonar a sua família, seus amigos ou suas boas recordações da vida pregressa. Ao discutir sobre sua intenção com seus familares, explique-lhes diretamente as suas razões e deixe claro que o seu amor por eles será mantido. Muitas famílias apóiam essa decisão, mesmo quando são surpreendidas por ela. Outras, porém, precisam ter os seus questionamentos e dúvidas respondidos pacientemente. Também há famílias que vêem a conversão ao judaísmo como um abandono das suas próprias crenças e relações familiares. Você deve levar tudo isso em conta antes de tomar a sua decisão definitiva.


Procure conversar com um rabino. Em algum momento dos seus estudos sobre judaísmo, de preferência o mais cedo possível mas especialmente quando e se estiver considerando seriamente a possibilidade de tornar-se judeu de fato, você deve conversar com um rabino. Quando estudar e aprender sobre judaísmo, você com certeza descobrirá que há diferentes movimentos judaicos religiosos e que cada um destes movimentos têm seus próprios rabinos. Portanto, é fundamental estudar e compreender as diferenças entre eles. Por exemplo, o movimento ortodoxo geralmente não reconhece conversões realizadas por rabinos não-ortodoxos. Além disso, movimentos diferentes têm exigências diferentes para a conversão. Eis alguns passos típicos para se levar em conta a fim de se converter ao judaísmo:

(1) Encontre com um rabino. Alguns rabinos tradicionais podem desencorajar fortemente os candidatos potenciais à conversão. Trata-se de um teste legítimo para se verificar quanto sincera e convicta a pessoa está em sua decisão de converter-se ao judaísmo. Outros rabinos são mais receptivos desde o primeiro contato. Isso independe do movimento religioso ao qual ele está inserido.

(2) Período de estudos e participação. Após encontrar o rabino, haverá um longo período de estudos (que varia conforme o rabino, a congregação e o progresso dos seus próprios estudos) para aprender sobre diversas facetas do judaísmo como, por exemplo, as convicções, rituais, e orações judaicas. Este estudo poderá ser feito diretamente com o rabino ou em classes de introdução ao judaísmo. Além do estudo, é fundamental a convivência e participação na vida da sua comunidade. Isto irá ajudar a ampliar seus horizontes e lhe ajudará a decidir se é isso mesmo o que você deseja. Ninguém é obrigado a continuar esse processo; a decisão é livre.

(3) Brit Milá. Todos os rabinos de todos os movimentos judaicos exigem que o candidato de sexo masculino faça o brit milá, a circuncisão ritual (no caso de já ser circuncidado, deve fazer a hatafát dám, em que se retira uma gota de sangue do pênis, “concluindo” o brit milá). O brit milá é obrigatório, e representa a inclusão na aliança feita entre D’us e o Povo Judeu.

(4) Tevilá e Micvá. Todos os rabinos de todos os movimentos judaicos exigem dos candidatos à conversão, homens e mulheres, a tevilá, um banho ritual na micvá (uma espécie de piscina que acumula água das chuvas, feita especialmente para este fim). O candidato é imerso na água e diz algumas orações.

(5) Bet Din. O candidato à conversão comparece perante um Bet Din, uma corte religiosa, constituída de pelo menos um rabino e outros dois judeus reconhecidamente íntegros e conhecedores de judaísmo (no caso do movimento ortodoxo, somente homens). Essas pessoas verificam se todos os passos do processo de conversão foram seguidos corretamente e se a pessoa está convicta e sendo sincera em sua intenção de se integrar o Povo Judeu.

(6) Nome Hebraico. Escolhe-se um nome em hebraico. O nome civil não é abandonado.

(7) Cerimônia pública. Algumas comunidades realizam uma cerimônia pública para celebrar a conversão.

Converter-se ao judaísmo é um desafio e deve ser um processo estimulante. O período de estudos deve ser encarado como um momento de crescimento pessoal e espiritual, envolvido de um comprometimento religioso, afetivo e prático junto à sua família, comunidade, Israel e o Povo Judeu. Deve-se entender também que esse processo é só o início de uma vida que, a partir deste momento, exigirá de você uma conduta diferente em todos os sentidos, em especial no que tange a uma vida judaica ética e à educação dos filhos em um ambiente judaico.

Agora é momento de você refletir sobre tudo isso. Se e quando você estiver convicto(a) da sua decisão, as eventuais dificuldades que poderá encontrar no contato com a comunidade judaica serão aos poucos substituídas por um sentimento de afetividade e pertencimento. Leve em conta também que nem todos os judeus compreenderão os motivos pelos quais você deseja se tornar judeu (judia). Portanto, é fundamental considerar todos os prós e contras que envolvem uma decisão assim tão importante — para você e para todo um povo. Seja qual for a sua decisão, nós desejamos que você encontre um rumo espiritual que faça sentido em sua vida.


Bibliografia

Em português:

Para uma bibliografia básica sobre judaísmo em língua portuguesa, você poderá encontrar bons livros na Livraria e Editora Sêfer (Brasil). Na medida do possível incluiremos nominalmente livros publicados em português, dessa e de outras editoras.

Em inglês:

Para livros em inglês, aqui vão algumas sugestões, que de forma alguma esgotam o assunto:

Conversion to Judaism: A Guidebook, by Dr. Lawrence J. Epstein, (Jason Aronson Inc., 1994). O rabino Epstein apresenta um guia de aconselhamento e informação para aqueles que consideram a possibilidade de se converterem ao judaísmo.

Becoming a Jew, by Maurice Lamm (Jonathan David, 1991). O rabino Maurice Lamm fala sobre a conversão do ponto de vista do judaísmo ortodoxo.

Choosing Judaism, by Lydia Kukoff (Hippocrene Books, 1981). Este livro, escrito por uma pessoa que se converteu ao judaísmo, discute a conversão a partir de uma perspectiva judaica reformista.

Your People, My People: Finding Acceptance and Fulfillment as a Jews by Choice, by Lena Romanoff with Lisa Hostein (Jewish Publication Society, 1990). Esse é um guia de leitura fácil, escrito por uma convertida para outros convertidos.

It All Begins With a Date: Jewish Concerns About Intermarriage, by Rabbi Alan Silverstein, Ph.D. (Jason Aronson Inc., 1995). O rabino Silverstein discute a problemática do casamento inter-religioso do ponto de vista do movimento conservador/massortí.

Preserving Jewishness in Your Family: After Intermarriage Has Occurred, by Rabbi Alan Silverstein, Ph.D. (Jason Aronson Inc., 1995). Esse livro do rabino Silverstein tem dois volumes a respeito do casamento inter-religioso do ponto de vista do movimento conservador/massortí. O segundo volume, em particular, traz informações sobre conversão.

Há um número considerável de obras importantes, em inglês, de introdução ao judaísmo. Por exemplo:

The Book of Jewish Belief, by Louis Jacobs (Behrman House, 1984). O rabino Jacobs discute claramente as idéias básicas do pensamento judaico.

The Book of Jewish Practice, by Louis Jacobs (Behrman House, 1987). O rabino Jacobs descreve nesta obra muitas das principais práticas religiosas judaicas.

Em Espanhol:

HaMadrij: Guía de los valores y prácticas del judaísmo moderno (HaMadrich: Guide to the Values and Practices of Modern Judaism) by Rabbi Jacques Cukierkorn. Essa obra do rabino reformista Jacques Cukierkorn (brasileiro radicado nos EUA) está disponível, nas versões em espanhol ou em inglês, para venda direta do autor (tel. 1-913-485-7809, fax 1-816-523-2454, rabbi94@hotmail.com) com descontos para organizações que o adquiram em grandes quantidades.


Créditos:

Texto adaptado do site em inglês www.convert.org com a permissão de Barbara Shair
Tradução: Uri Lam
Edição: Adriana Lacerda
Adaptação para o judaísmo brasileiro: Uri Lam

CARTA ABERTA AOS JUDEUS POR OPÇÃO

Dr. Lawrence J. Epstein
(Este artigo foi publicado originalmente em outubro de 1994)



Queridos Amigos,

Nós que nascemos judeus precisamos de vocês.

Há cerca de 200.000 de vocês lá fora. Um em cada 37 judeus norte-americanos é um judeu por opção em vez de um judeu de nascença. (1)

Muitos de vocês assumem papéis de liderança em suas congregações e organizações, tornam-se presidentes, líderes da juventude e professores em nossas escolas judaicas. Alguns de vocês, com silenciosa dignidade, são líderes em casa, onde transmitem a herança judaica com rara beleza. Vocês aprendem judaísmo com seus filhos. Mais de uma vez vocês ensinaram ao seu parceiro nascido judeu alguma nova reflexão sobre judaísmo. Alguns de vocês absorveram tão plenamente o judaísmo que vocês mesmos imaginam terem nascido acidentalmente na família errada. Outros de vocês vêem uma continuidade entre a sua identidade anterior e a atual. Alguns de vocês levam a sua nova identidade com uma alegria simples. Outros de vocês escrevem e falam eloqüentemente sobre suas viagens espirituais. Outros ainda falam por meio de seus atos, silenciosos e particulares, quando acendem velas, assam a chalá, rezam, visitam os doentes em um hospital local. Alguns de vocês, sob uma justificativa talmúdica, não querem ser lembrados da sua identidade religiosa anterior e, portanto, não acham justo serem chamados de convertidos ou de judeus por opção; outros de vocês não se preocupam com esta denominação e em geral a aceitam com orgulho. Eu espero que todos vocês me perdoem se eu me reporto a vocês como judeus por opção e não simplesmente pelo que vocês são: judeus.

Vocês têm o potencial para fazer, como grupo, uma contribuição histórica para a vida judaica. Nós, que temos exigido tanto de vocês, voltamos a chamá-los e pedimos ainda mais. Vocês podem mudar a vida judaica americana.

Sim, nós precisamos dos seus números. Vocês 200.000 e seus filhos se somam à nossa densidade demográfica [americana] e, desse modo, à nossa capacidade política e econômica. Vocês contribuem com as nossas comunidades, nos ajudando a sustentar nossas vidas comunitárias. Sim, nós precisamos das suas contribuições para caridade, precisamos de vocês como sócios, precisamos do seu tempo. Sim, nós precisamos que vocês sirvam de modelo para não-judeus casados com judeus, de modo que eles considerem a possibilidade de se converterem e, olhando para vocês, vejam isso como uma escolha positiva. Nós precisamos de vocês por todas essas razões prudentes e por tantas outras. Mas essas não são as razões que eu tenho em mente. Vocês podem fazer uma contribuição mais profunda, uma que é definitivamente espiritual.

O que nós precisamos de vocês? O que vocês podem fazer? Eis algumas sugestões. Eu espero que vocês as considerem e acrescentem muitas outras por conta própria.

(1) Nós precisamos que vocês nos contem as suas experiências. Precisamos ouvir as suas histórias. Houve um grande lapso de tempo na história judaica deste a última vez em que um grande número de pessoas se tornou judeu. Suas histórias tornam a conversão mais familiar para nós. Vocês nos remetem ao nosso passado, quando o judaísmo aceitava um número incontável de pessoas em seu meio e tinha orgulho disso, vendo nesse esforço um modo de cumprir o mandamento Divino de oferecer o judaísmo para o mundo. Vocês nos fazem recordar do nosso propósito universal, um que negligenciamos.

Por favor, contem-nos sobre a sua luta interna para decidir se o judaísmo era o caminho certo para vocês. Contem-nos sobre seus conflitos com seus pais, sobre seus encontros com algum de nós que lhe proferiu uma palavra ruim, sobre seus encontros com algum de nós que lhe demonstrou bondade. Nós precisamos ouvir sobre os seus medos secretos e sobre suas boas recordações que são difíceis de serem deixadas para trás.

Contem-nos por que vocês quiseram se tornar judeus. É extremamente importante para nós ouvirmos que há pessoas que escolhem voluntariamente aceitar uma identidade judaica. Nossas próprias identidades, tão frágeis como uma minoria na cultura americana, são fortalecidas através dessas escolhas; seus atos de escolher o judaísmo tornam ao mesmo tempo os nossos atos de permanecermos judeus mais fáceis e mais valiosos. Contem suas histórias às nossas congregações e organizações, para os nossos centros comunitários judaicos e grupos de jovens, para os nossos filhos nos colégios judaicos, e para os nossos pais nos grupos de terceira idade. Contem também as suas histórias para os seus amigos e familiares, para o mundo não-judeu. Se vocês desejarem, escrevam sobre suas experiências em um boletim congregacional, em um jornal local ou em um dos meios de comunicação judaicos nacionais.

(2) Aconselhem-nos. Contem-nos como podemos ser mais receptivos. Contem-nos o que podemos fazer em cada fase para tornar mais fácil a sua entrada e integração em nossa comunidade. Contem-nos como, juntos, podemos trazer ao conhecido do público que o judaísmo está disponível para aqueles que livremente o escolhem, que a conversão ao judaísmo é permitida, que qualquer um pode escolher se unir ao Povo Escolhido.

(3) Organizem-se. Falem como um grupo. Vocês podem desenvolver grupos de apoio para aqueles que pensam em se converter, que estão estudando para a conversão, e que completaram a conversão. Vocês podem monitorar casos em que os convertidos sofrem discriminação dentro da comunidade judaica e lutar para cessar com toda e qualquer discriminação. Vocês podem viajar juntos para Israel e mostrar para o povo e governo israelenses que os judeus por opção contribuem tanto com Israel quanto os nascidos judeus. Como um grupo, vocês podem pressionar a comunidade judaica a ser mais ativa em receber bem os convertidos. Vocês estão em uma posição singular para prover informação a não-judeus que estão interessados em aprender sobre judaísmo em geral, ou especificamente sobre conversão.

Há muito ainda para ser feito. Pode ser uma ironia, mas não obstante, é verdade que os judeus por opção podem prover um tipo de liderança estimulante capaz de revitalizar toda a comunidade judaica. Não fiquem tímidos. Não tenham dúvidas. Está na hora de entrar em ação. Obrigado.


(1) Calcula-se que cerca de 10.000 pessoas se convertam ao judaísmo todos os anos nos EUA. Portanto, em 2005 imagina-se que já são por volta de 300.000, ou 1 em cada 18 judeus americanos. (NT)





Créditos:

Texto adaptado do site em inglês www.convert.org com a permissão de Barbara Shair
Tradução: Uri Lam
Edição: Adriana Lacerda