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23 de junho de 2024

Curiosidade: Quantas sinagogas existem no Rio de Janeiro (RJ)?


Em 2015, O jornal Jerusalém Post, um dos mais influentes de Israel, deu destaque ao número recorde de judeus brasileiros imigrando para o Estado judeu


Atualmente, com 24 mil judeus, a cidade do Rio de Janeiro tem 24 sinagogas em funcionamento. Entre as quais apenas duas não são de denominação ortodoxa: a Associação religiosa Israelita (ARI) e a Congregação Judaica Brasileira (CJB).

2 de janeiro de 2024

FIERJ - NOSSA COMUNIDADE TEM HISTÓRIA: LINHA DO TEMPO DOS JUDEUS NO RIO DE JANEIRO


O Brasil era a quarta preferência para a imigração nas Américas. depois de Argentina, Canadá e Estados Unidos


Entre o ano de 1496 e 1808, a partir da expulsão dos judeus de Portugal, estes ficaram proibidos de habitar qualquer porção do Império português. Além do Brasil, foram proibidos aos judeus a região africana da Grande Angola, que atravessava a África do Atlântico ao Índico, parte de Madagascar, partes do litoral oeste da Índia, Goa e o Timor. O Tratado de Tordesilhas, dividindo o Mundo Novo, encontrado e confirmado por Cristóvão Colombo em 1492, foi firmado entre o Reino de Portugal e o Reino de Castela, no do de 1494. Como os judeus já haviam sido expulsos do Reino Unido de Aragão e Castela em 1492, a proibição de habitação aos judeus também se deu em todo o Império Espanhol até o início do século 19.

25 de julho de 2021

PREFEITURA DE NILÓPOLIS (RJ) MAPEIA CULTURA JUDAICA NO MUNICÍPIO


Esse projeto se iniciou no ano de 2019 com o objetivo de restaurar um importante patrimônio histórico e cultural da cidade, localizada na Baixada Fluminense (RJ)

A comissão de restauro da Sinagoga Tiferet Israel (A Beleza de Israel, em hebraico), em parceria com a Faculdade Rural de Nova Iguaçu, estão promovendo o mapeamento da cultura judaica em Nilópolis (RJ) e em outros municípios da Baixada Fluminense, atual região turística Baixada Verde.

Esse projeto se iniciou no ano de 2019 com o objetivo de restaurar um importante patrimônio histórico e cultural da cidade. Está sendo elaborado uma pesquisa sobre as memórias judaicas da Baixada Fluminense por meio de projeto da UFRRJ, intitulado: Recuperação do Patrimônio Cultural de Nilópolis: Sinagoga Tiferet Israel.

A fim de conhecer as expressões e marcas judaicas na região, foi feito um pequeno esboço que tem o intuito de levantar dados sobre a história, os monumentos, fatos, lugares e memórias da presença judaica. A Prefeitura de Nilópolis, através da Comissão de Restauro da Sinagoga conta com sua colaboração nesse levantamento memorial.

Segue o link para inscrição: https://forms.gle/4vd6eYPbzbiBw9CJ6 

. Fonte:

https://nilopolis.rj.gov.br/site/prefeitura-de-nilopolis-mapeia-cultura-judaica-no-municipio/

21 de setembro de 2020

MEMÓRIA: ATRIZ TEREZA RACHEL FOI SEPULTADA NO CEMITÉRIO COMUNAL ISRAELITA DE NILÓPOLIS (RJ)


Tereza Rachel foi sepultada no dia seguinte, 3 de abril de 2016, como determina a tradição judaica, no Cemitério Comunal Israelita de Nilópolis (RJ)

Tereza Rachel, nome artístico de Teresinha Malka Brandwain Taiba de La Sierra (Nilópolis, 10 de março de 1934 — Rio de Janeiro, 2 de abril de 2016), foi uma atriz e produtora brasileira de peças teatrais. Nascida em uma família de imigrantes judeus estabelecidos na Baixada Fluminense, Tereza Rachel iniciou a sua carreira artística em 1955 com a peça Os Elegantes, de Aurimar Rocha, mas ficou conhecida pelas interpretações de personagens inquietantes e grandes vilãs nas telenovelas brasileiras. Ela foi casada com um espanhol e, posteriormente, com o cineasta Ipojuca Pontes.

15 de maio de 2020

JUDAÍSMO NO BRASIL



Jacob Benzecry, Samuel Levy e Isaac Benchimol, em Belém, s/d. Foto: AHJB

A comunidade Judaica no Brasil é a segunda mais importante da América Latina, atrás da Argentina e à frente do México, com 120 mil judeus entre os 204 milhões de brasileiros, ou seja, 0,06% da população.

JUDAÍSMO NO RIO DE JANEIRO


Na Praça Onze, região desvalorizada da cidade, sinagogas, escolas, oficinas tipográficas, jornais, clubes, alfaiatarias e lojas marcaram a identidade judaica nas primeiras décadas do século 20

Embora não tenham constituído comunidades organizadas até o advento da República, milhares de cristãos-novos, oriundos da Península Ibérica, desembarcaram no Rio. A partir de 1810, ano em que o Império Português revogou sua expulsão de todos os territórios da coroa, os imigrantes reconhecidamente judeus passaram a chegar no Brasil. O principal fator de impulsão veio com a Constituição de 1824, que inaugurou a tolerância em relação a outras religiões além do catolicismo.

24 de outubro de 2018

DOCUMENTÁRIO NOVOS LARES: JUDEUS EM NILÓPOLIS (RJ)


A cidade de Nilópolis era uma antiga fazenda loteada, a uma hora de trem (30 km) da capital fluminense, e foi para lá que cerca de 300 famílias judias rumaram

Em 2009, a Academia Brasileira de Letras (ABL) e a Federação Israelita do Rio de Janeiro (FIRJ) convidou para a exibição do filme "Novos Lares - Judeus em Nilópolis", com direção de Radamés Vieira, que aconteceu no dia 12 de agosto, no Teatro R. Magalhães Jr.

15 de julho de 2018

ATRIZ TEREZA RACHEL FOI SEPULTADA NA CIDADE ONDE NASCEU: NILÓPOLIS (RJ)



Teresinha Malka Brandwain Taiba de La Sierra nasceu na cidade de Nilópolis (RJ), onde floresceu uma colônia judaica vibrante

Teresinha Malka Brandwain Taiba de La Sierra nasceu na cidade de Nilópolis, Baixada Fluminense. A cidade já concentrou uma grande comunidade judaica, que, durante muitas décadas, contribuiu muito para a cultura e economia local. Atualmente, os descendentes dos judeus nascidos em Nilópolis estão espalhados por todo o Brasil e o mundo. 

22 de maio de 2018

MAUSOLÉU JUDAICO NO ABANDONADO CEMITÉRIO DOS ESCRAVOS DE NOVA IGUAÇU (RJ)


A estrela de Daví foi gravada no alto e do lado direito do portal do mausoléu que atualmente se encontra abandonado, mas insiste em registrar a presença judaica em Nova Iguaçu (RJ)

Pelos caminhos de terra da Estrada Zumbi dos Palmares, é possível chegar às ruínas do cemitério dos senhores de engenho Nossa Senhora da Piedade, onde da igreja que ali existia resta apenas a torre sineira. Morro acima, cortado pelo mato, está localizado o famoso Cemitério dos Escravos da Freguesia da Piedade do Iguaçu, que durante muitos anos, serviu para enterrar escravos, indigentes e homens brancos (não católicos) no antigo centro da Vila Iguaçu.
O cemitério Nossa Senhora da Piedade foi desativado e o Cemitério dos Escravos  atualmente abandonado, povoado por urubus e cães vira-latas que se alimentam das oferendas que são deixadas aos santos ou orixás no local pelos adeptos das religiões de matriz africana. O parque histórico é aberto à visitação.  

. Endereço: 

Estrada Zumbi dos Palmares , s/n, Vila de Cava, Nova Iguaçu - RJ