Um país que não conhece a própria história, está fadado a repetir os erros do passado. Entre o acervo perdido, estava também um pergaminho da Torá
'Está na hora de repensarmos o que queremos para nosso país, ou não haverá futuro a ser contado. Nem mesmo em museus', afirma Adriana Facina
Rio - Domingo sempre tinha fila na porta do Museu Nacional. Famílias vindas de todos os cantos do Rio de Janeiro, e até de outros estados, empolgadas para visitar meteoros, múmias, dinossauros, indígenas. Fotografias, crianças correndo, gritaria, risadas. O Museu era corpo vivo e pulsante, um jovem senhor com 200 anos de existência. Muitos cariocas, sobretudo das periferias da cidade, tinham o Museu da Quinta da Boavista como seu quintal, por vezes, a única experiência de visita a um museu em suas vidas.
