26 de novembro de 2017

CEMITÉRIOS ISRAELITAS DO CAJÚ, INHAÚMA E NILÓPOLIS (RJ)



DOCUMENTÁRIO SOBRE OS CEMITÉRIOS ISRAELITAS DO CAJÚ, NILÓPOLIS E INHAÚMA (RJ)


PROSTITUTAS JUDIAS: A REVOLTA DAS POLACAS NO RIO DE JANEIRO


Prostitutas judias vencem queda de braço póstuma pelo reconhecimento após 100 anos de exclusão no cemitério de Inhaúma (RJ)


Dia 10 de outubro de 1906. Rejeitadas pela comunidade judaica por terem se tornado prostitutas, e sem direito nem mesmo a um funeral tradicional de sua religião, as imigrantes polonesas fundam uma das primeiras associações filantrópicas feministas das quais se tem registro no Brasil: o Cemitério Israelita de Inhaúma, destino final das mulheres marginalizadas pela comunidade judaica.
Depois de mais de 100 anos de esquecimento, e de uma tentativa frustrada da Federação Israelita do Rio de Janeiro (Fierj) de tomar para si o espaço de Inhaúma, segregando-as mais uma vez, elas finalmente conquistaram seus direitos. Sem alarde, a Fierj está reformando os túmulos e colocando os nomes nas sepulturas do cemitério, que ficou abandonado por décadas. 
– O que a Federação Israelita queria, a princípio, era colocar uma cerca-viva para isolar as prostitutas e enterrar seus mortos ali – conta Beatriz Kushnir, diretora do Arquivo Geral do Rio de Janeiro. – Com o tombamento do cemitério, no ano passado, conseguimos impedir que eles destinassem aquelas mulheres ao esquecimento. Finalmente reconheceram este cemitério e estão reformado o lugar, mas bem na surdina.
“A Fierj é retrógrada e autoritária”, diz Beatriz


A MANEIRA JUDAICA DE MORRER: A PREPARAÇÃO DO CORPO, RITUAIS FUNERÁRIOS E SEPULTAMENTO


CEMITÉRIO COMUNAL ISRAELITA DE BELFORD ROXO (RJ)


Um funeral judaico é uma cerimônia de calma dignidade; uma mortalha branca é usada tanto pelos ricos como pelos pobres, um caixão simples de madeira, um enterro rápido sem ostentação são alguns dos costumes simples que predominam.
A morte é a crise da vida. A maneira de um homem lidar com a morte indica muito sobre sua atitude para com a vida. Assim como há um estilo judaico de vida, também existe um estilo judaico de morte.
Da mesma forma que a maneira judaica jde viver é uma perspectiva distinta e um estilo de vida singular específicas de D'us, assim também a maneira judaica de morrer implica atitudes singulares em relação a D'us e a natureza, e relativamente ao problema do bem e do mal. Há também uma maneira distintiva de demonstrar as qualidades específicas judaicas de reverência pelo homem e respeito pelos mortos.
Por exemplo, a proibição tanto da cremação (a eliminação rápida e não natural do corpo) e o embalsamamento (a preservação não natural do corpo), mostram uma filosofia do homem e seu relacionamento com D'us e com a natureza.
– A repugnância pela mutilação de um corpo expressa reverência pelo homem, porque este foi criado à imagem de D'us.
– O banimento da necromância está baseado em conceitos teológicos muito exatos de criatura e Criador.
– O mandamento de enterrar os mortos sem delongas traça uma linha muito fina porém clara entre a reverência pelos mortos e veneração pelos mortos.
O profundo discernimento psicológico implícito nas altamente estruturadas observâncias judaicas do luto falam com eloqüência sobre a preocupação do Judaísmo pela integridade psicológica da personalidade humana.


19 de novembro de 2017

OS MARRANOS NO BRASIL


Sinagoga Kahal (T)Zur Israel (A Rocha de Israel) no Recife (PE) 

Os estudos sobre o marranismo têm despertado grande interesse. As pesquisas sobre inquisição, cristãos-novos (marranos) e criptojudaísmo no período colonial apresentam um quadro do fenômeno que perdurou quase trezentos anos, marcando a mentalidade brasileira. Desde o século 17 encontramos cristãos-novos entre os desbravadores e formadores do território nacional. Antônio Raposo Tavares, organizador da primeira expedição de reconhecimento geográfico que abrangeu todo o espaço continental da América do Sul, era de família cristã-nova de Beja.

CABALÁ (קַבָּלָה): A DÉCIMA VACA VERMELHA


 Já viveram nove vacas vermelhas perfeitas e diz-se que a décima aparecerá na era messiânica

Na época bíblica existia uma vaca vermelha (פָרָ֨ה אֲדֻמָּ֜ה), pronúncia: "Pará Adummá", cujas cinzas eram utilizadas num ritual de purificação. Dez vacas vermelhas perfeitas foram criadas no momento da Criação do mundo. Já viveram nove vacas vermelhas perfeitas e diz-se que a décima aparecerá na era messiânica, que seja em breve em nossos dias. Do que depende? De termos melhor relacionamento uns com os outros. Respeitarmos nossas diferenças. Aprendermos a conviver em harmonia com as diferentes opiniões, que na verdade se somam de maneira construtiva. Basta permitir que cada pessoa expresse a si mesma em sua essência interna que é divina. Somos uma única alma.

Obs.: Cabalá significa: "Recebimento" ou "Aquilo que é recebido". Em hebraico moderno significa "recibo ou nota fiscal".

Fonte: Jornal Extra por: Shmuel Lemle em 29/03/16 

18 de novembro de 2017

A MÚMIA FALANDO EM HEBRAICO BÍBLICO - FOMOS ESCRAVOS NO EGITO

QUAL É A MISSÃO DO MESSIAS NO JUDAÍSMO? PREPARANDO-SE PARA O MASHIACH


O profeta Moisés liderando o povo hebreu através do Mar Vermelho



. Qual é a Crença Judaica Sobre o Final dos Dias?

O termo “Final dos Dias” é extraído de Ba'midbar (No deserto) 24:4. Isso sempre foi usado com uma referência à Era Messiânica e portanto exploraremos, embora de maneira breve, a crença judaica na vinda do Mashiach.

. O que significa a palavra Mashiach?

Mashiach é a palavra hebraica para Messias. Messias significa um salvador ou “esperado como libertador”. Na verdade, a palavra Mashiach em hebraico significa “ungido”. Em hebraico bíblico, o título Mashiach era concedido a alguém que atingisse uma posição de nobreza e importância. Por exemplo, o Sumo Sacerdote é mencionado como o Cohen Hamashiach.
Na literatura talmúdica o título Mashiach, ou Melech Hamashiach (o Rei Messias) está reservado para o líder judaico que redimirá Israel no Final dos Dias.