23 de setembro de 2018

PONTO DE VISTA: EM QUE ACREDITAMOS?!


O judaísmo é marcado pela pluralidade, permitindo que se estabeleça um diálogo genuíno

Promover um judaísmo conectado ao seu rico passado e ao mesmo tempo integrado aos dias atuais. Este é o objetivo do Judaísmo Progressista, a maior corrente do judaísmo mundial, com mais de um milhão de afiliados. Fundada em 1942, a ARI – Associação Religiosa Israelita é a casa do Judaísmo Progressista no Rio de Janeiro, filiada à World Union for Progressive Judaism – WUPJ

OPINIÃO: INTOLERÂNCIA RELIGIOSA


O Estado de Israel existe por que depois de séculos de tratamento como cidadãos de segunda categoria na Europa e no Islã, os judeus reivindicaram a igualdade

A intolerância fez mais vítimas na Europa. Foram assassinados uma pessoa que participava de um seminário sobre a liberdade de expressão e os limites da imprensa e o segurança da comunidade de Copenhagen, que guardava a entrada de uma sinagoga onde se celebrava um Bat Mitsvá. Cinco policiais ficaram feridos em consequência dos ataques, cujo perpetrador foi morto posteriormente pela polícia. Repete-se a tragédia de Paris de semanas atrás, inclusive na reação dos políticos. 

JOGANDO OS PECADOS NA ÁGUA: O QUE É TASHLICH (תשליך)?



A prece de Tashlich, recitada às margens de um rio, lago ou mar, onde quer que haja peixes, tem um outro significado, despertando-nos pensamentos de arrependimento

Tashlich (תשליך): Em sua explicação sobre nossos costumes e tradições, o Rabi Yaacov Levi, conhecido como Maharil, codificador de leis, retrata a origem do costume de Tashlich até épocas muito remotas. É realizado pouco antes do pôr-do-sol na tarde do primeiro dia de Rosh Hashaná, indo às margens de um rio, lago, ou algo semelhante, onde certas preces são recitadas, seguidas pelo simbólico agitar dos cantos de nossas roupas.

O QUE É YOM KIPUR (יום כיפור)?


Os judeus tradicionalmente observam esse feriado com um período de jejum de 24 horas e oração intensa

O Yom Kipur ou Ioum Quipúr (יום כיפור) é o Dia do Perdão, sendo uma das datas mais importantes do judaísmo. No calendário judaico começa no crepúsculo que inicia o décimo dia do mês hebreu de Tishrei (que coincide com Setembro, Outubro ou Novembro), continuando até ao seguinte pôr do sol. Os judeus tradicionalmente observam esse feriado com um período de jejum de 24 horas e oração intensa.

O QUE É YAMIN NORAIM (ימים נוראים)?


Os 10 dias de penitência (Aseret Yemei Teshuva), e que termina com a data do Yom Kipur

Grandes festas é o nome dado no judaísmo ao período que se inicia no mês de Elul e que engloba Rosh Hashaná ("Ano novo judaico"), os dez dias de penitência (Aseret Yemei Teshuva), e que termina com a data do Yom Kipur. O termo Grandes festas não é uma tradução correta : este período é chamado atualmente de Yamim Noraim (Dias de Reverência ou Dias de Penitência do hebraico ימים נוראים).

5 de setembro de 2018

ATRIZ BEATRIZ SEGALL MORRE AOS 92 ANOS


A carioca Beatriz viveu a icônica vilã Odete Roitman na novela 'Vale Tudo', da Rede Globo

A atriz Beatriz Segall morreu nesta quarta-feira (5), aos 92 anos, no hospital Albert Einstein, em São Paulo. A causa da morte não foi divulgada. O corpo da atriz será velado no próprio hospital a partir das 19h e o corpo será cremado nesta quinta-feira, em Cotia, na Grande São Paulo. Beatriz ficou conhecida por interpretar a icônica vilã Odete Roitman na novela Vale Tudo, de 1988, na Rede Globo. 

4 de setembro de 2018

OPINIÃO: 'O MUSEU MAIS AMADO MORREU, FOI ASSASSINADO', DIZ HISTORIADORA


Um país que não conhece a própria história, está fadado a repetir os erros do passado. Entre o acervo perdido, estava também um pergaminho da Torá 

'Está na hora de repensarmos o que queremos para nosso país, ou não haverá futuro a ser contado. Nem mesmo em museus', afirma Adriana Facina
Rio - Domingo sempre tinha fila na porta do Museu Nacional. Famílias vindas de todos os cantos do Rio de Janeiro, e até de outros estados, empolgadas para visitar meteoros, múmias, dinossauros, indígenas. Fotografias, crianças correndo, gritaria, risadas. O Museu era corpo vivo e pulsante, um jovem senhor com 200 anos de existência. Muitos cariocas, sobretudo das periferias da cidade, tinham o Museu da Quinta da Boavista como seu quintal, por vezes, a única experiência de visita a um museu em suas vidas.